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AutorDri Lima

O que comer no Borough Market, em Londres?

borough market

Eu já fui a Londres algumas vezes, mas nunca tinha ido ao Borough Market. Dessa vez, fui acompanhada da Natasha e do Antonio, um casal de amigos queridos que mora em Londres, e eles não só me levaram para conhecer o mercado, mas fizeram o tour gastronômico especial. Comemos de tudo um pouco, de sanduíche de chorizo a paella e raclete, experimentamos diversas comidinhas incríveis por lá!

Esses mercados gourmets são realmente uma parte importante das minhas viagens. Lá a gente descobre ingredientes diferentes, chefs super simpáticos, excelentes cervejas, e óbvio, uma comida de dar água na boca. Mas, as vezes, quando chegamos nesses mercados, ficamos meio perdidos tentando descobrir por onde começar e o que vale a pena comer. Pensando nisso, fiz um passo a passo do Borough Market, para não deixar nada de fora!

Para chegar no Borough Market, o melhor jeito é pegar o metrô e descer no ponto chamado “London Bridge”. De lá, em menos de dois quarteirões, você chega no Borough Market.

Antes que vocês comecem a ler e achem que eu consegui comer tudo isso, já explico! A gente pediu um de cada e foi dividindo tudo entre 3 pessoas! E ainda assim, era muita comida!!

O que comer no Borough Market?

 1- A minha sugestão é começar pela Stoney Street, bem em frente ao Apple Bees, tem uma barraca de wraps. Peçam um Garlic Prawn Wrap, um wrap de camarão e alho imperdível.

Borough-market

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2. Ao lado dessa barraquinha, tem um pub na esquina, chamado Market Porter. Comprem uma Guiness para acompanhar o wrap. Não esqueçam de pedir copo de plástico, para poder tomar a cerveja na rua.

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2- O segundo passo é comer um sanduiche de chorizo em um stand chamado Brindisa Chorizo BBQ. Eles ficam do outro lado da rua, olhando para a entrada do mercado, do lado esquerdo, na rua mesmo, não dentro do Borough Market. O sanduíche é incrível!

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3- Próximo passo é ir ao bar de cider (sidra), dentro do mercado, e pedir uma! Eles tem ciders (sidras) de vários sabores diferentes. A sidra é uma bebida alcoólica, derivada do suco de maçã. É super típica na Inglaterra, vale experimentar!

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4- Depois da cider, fomos andar pela parte mais antiga do mercado e comemos uma paella! Estava uma delícia. Ali pertinho  tem também ostras enormes e maravilhosas. Acho que foi a melhor ostra que já comi!

Borough-market

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5- Ainda na parte velha do mercado, tem diversas frutas e especiarias interessantes. Comprei um azeite de trufa branca muito bom!

6- Depois de passear pela parte interna do mercado, fomos para a parte nova, onde pedimos uma raclete deliciosa e demos uma voltinha por ali.

Borough-market

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7- Voltamos para a Stoney Street e ali tem um café excelente na esquina. Chama Monmouth. Infelizmente não consegui experimentar o café porque a fila estava enorme, mas me falaram que é ótimo.

Depois de comer tanto, nesse “brunch” no mercado, sentamos na rua e ficamos conversando por ali. De repente começam a passar centenas de pessoas de bicicleta. Descobrimos que é um evento anual, chamado Tweed Run, em que as pessoas saem pelas ruas de Londres, vestidos com roupas vintage. É super divertido de assistir. De crianças a idosos, eles vão explorar Londres com roupas do século passado. Para saber quando é a próxima, acompanhem esse site: Tweed Run.

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 Enfim, o Borough Market é um lugar especial e vale muito a visita. Não deixem de conhecer e de experimentar essas comidinhas.

Tem mais dicas do que comer no Borough Market? Deixe um comentário abaixo!

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Uma incrível viagem pela Amazônia, por Julia Mello

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Convidei a Julia Mello para escrever sobre a experiência que ela teve em sua viagem pela Amazônia. Ela contou sobre a logística para chegar, o hotel que se hospedou, os passeios que fez por lá e deu algumas dicas importantes especialmente para o Xplora. Espero que gostem!

Uma viagem pela Amazônia, por Julia Mello

Sempre tive vontade de conhecer a Amazônia. Queria ver e experimentar a natureza selvagem, mas achava que seria uma viagem cara e que precisaria de muitos dias. Então, junto com uma amiga que também queria ir, pesquisamos quais eram os pacotes oferecidos e hotéis da região. Ela fez um um comparativo de hotéis em locais diferentes na Amazônia e achamos opções com preço bom e que se encaixariam no feriado do Carnaval.

Como chegar

Pegamos um voo direto da Gol de São Paulo para Manaus. Chegamos em Manaus à noite, dormimos uma noite no Ibis Aeroporto e na manhã seguinte o transfer de nosso hotel na Amazônia (Dolphin Lodge) foi nos buscar. Embarcamos em um barco pequeno na balsa de Manaus até Careiro da Várzea. A viagem é curta, aproximadamente 30 minutos. No caminho é possível ver o encontro das águas do Rio Negro e do Rio Solimões! É incrível porque eles tem cores diferentes e não se misturam. Então, você consegue ver por um longo trajeto a mistura dos dois rios.

amazônia

Chegando em Careiro, uma van do hotel nos aguardava. Pegamos uma rodovia e depois uma estrada de terra, percurso de aproximadamente 1hr e meia até outro pequeno porto. O tempo pode variar dependendo da chuva, pois a estrada fica com lama e é bem difícil passar sem atolar. No porto, outro barco nos aguardava, no Rio Mamori. Depois de uns 20 minutos nesse trajeto, chegamos a nosso hotel, o Dolphin Lodge, próximo ao horário do almoço.

Na volta da viagem, fizemos o mesmo caminho de volta para a Manaus e conseguimos um tempo para visitar o Mercado de Manaus e o Teatro.

Hotel – Dolphin Lodge

Fomos recebidos nesse lugar lindo com uma maravilhosa caipirinha!

O hotel fica bem no meio do mato e não há como ficar sem fechar o pacote que inclui alimentação e passeios. Pegamos o pacote de 5 dias e 4 noites, mas há pacotes menores. Tem alguns outros hotéis na região, mas fizemos uma comparação e achamos que o Dolphin Lodge tinha o melhor preço para os passeios oferecidos.

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Realmente ficamos muito felizes com nossa escolha. Os guias e barqueiros são muito atenciosos e entendem muito da selva.

O que mais gostei dessa viagem e desse hotel especificamente é que o staff é de ribeirinhos que nasceram e moram no local. Eles respeitam a natureza e não fazem nada para mudá-la apenas para satisfazer os turistas. Eles nos ensinam a entender que precisamos nos adaptar às circunstâncias: se chover, se os animais não aparecerem, se não conseguirmos pescar na selva e não tivermos comida, se chover e molhar a rede… não tem o que fazer, apenas aceitar e seguir com o que tiver que ser.

A comida também é excelente. O cardápio incluía variedade de peixe e uma farofinha maravilhosa. Os quartos são simples, mas limpos e espaçosos.

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Passeios

O hotel fica de frente para o Rio Mamori. É possível ver boto cor-de-rosa e cinza o tempo todo. Tem um deck de madeira que você pode ficar apenas observando o rio, a natureza, escutando o barulho da mata no fim da tarde. Dá também para pescar piranhas ou mesmo nadar (nunca houve ataque de piranha no local e os jacarés que ficam por ali não chegam perto do deck).

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Os passeios acontecem de 2 a 3 vezes por dia. Após o café da manhã, às 15 horas e quando a focagem do jacaré acontece, logo após o jantar, umas 20:30. Os passeios são feitos de barco em grupo de 4 a 6 pessoas, com um guia e um canoeiro. De barco, entramos em vários rios menores, chamados de igarapés e observamos pássaros, jacarés, botos, macacos, bichos preguiça e muita mata. Existe também a possibilidade de fazer uma caminhada a pé e aprender mais sobre as árvores, sobrevivência na mata e ver outros animais.

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Fizemos o pacote que inclui dormir uma noite na selva. Acompanhados pelo guia e pelo canoeiro, seguimos rio abaixo por umas 2 horas. Sem contato nenhum com outras pessoas, acampamos no meio da mata. Os dois montam as redes e uma lona como cobertura para dormirmos. Acampamento montado, seguimos mais um pouco pelo rio. Nesse momento é possível ver muitos animais por estarmos longe das casas dos ribeirinhos.

A noite na selva é uma aventura incrível. O barulho dos animais pode dar um pouco de medo, mas olhar para o céu e ver todas aquelas estrelas e saber que você está no meio natureza e longe da civilização é uma sensação maravilhosa.

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Os 5 dias foram perfeitos para o Rio Mamori, mas gostaria de ter mais alguns dias para visitar alguma aldeia de índio. Nesse região há apenas ribeirinhos, teríamos que subir o Rio Negro para chegar a alguma aldeia.

Dicas Importantes

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Para quem pretende viajar para a Amazônia, sugerimos pesquisar bem a época das chuvas e da cheia porque os rios sobem muito e só é possível ver a copa das árvores para fora da água.

Recomendamos levar uns 2 tubos de repelente (exposis) por pessoa, botas ou tênis de cano alto (aquelas da timberland são muito boas), capas de chuva, binóculos para ver os animais, óculos de sol e roupas escuras. O hotel envia algumas recomendações por e-mail antes da viagem.

Não achamos que seja uma viagem para crianças pequenas. Adultos e adolescentes aventureiros e que gostam de estar na natureza vão amar. Fizemos a viagem em casal e nos divertimos bastante. Foi perfeito!

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Saia da sua zona de conforto!

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Não sei se vocês sabem, mas eu tinha uma empresa chamada Sabiar, de lazer criativo, que criava e vendia experiências gastronômicas e culturais. Depois que comecei a frequentar esse tipo de experiências meu jeito de aproveitar a vida e a cidade onde eu moro (São Paulo) mudou completamente!

Vivemos numa inércia de frequentar os mesmos lugares, comer nos mesmos restaurantes, só sair nos mesmos bairros e fazer sempre as mesmas coisas. O Sabiar me tirou da minha zona de conforto! Aprendi tanta coisa diferente. Fiz aula de grafite, literalmente aprendendo a usar o spray na parede, fiz tour de doces nos Jardins, conheci melhor o Centro de SP, fiz aula de brigadeiro e brownie, aprendi a fazer comida tailandesa, assisti filmes com discussão sobre psicanálise, fiz reunião com tanta gente interessante e criativa.

De todas as experiências que participei, o dia mais marcante foi o que visitei o Tour das Artes de Paraisopolis e conheci os incríveis artistas da favela. Visitei a casa deles, conversei sobre as dificuldades da vida e de ser artista, aprendi sobre o trabalho de cada um. No mesmo dia, a tarde, fui fazer uma aula de maquiagem, super cara, em um lugar bem exclusivo e especial. As duas experiências foram igualmente enriquecedoras e divertidas. Cada uma contribuiu para que eu aprendesse algo novo, conhecesse uma realidade diferente da cidade de São Paulo e conversasse com pessoas incríveis.

Mas, foi um dia de contrastes, que me fez mais uma vez questionar o propósito das nossas vidas, do nosso trabalho, das nossas atitudes do dia-a-dia. E foi para isso que eu criei inicialmente o Sabiar, para despertar esse sentimento nas pessoas. De aprender com tudo o que fazemos, de aproveitar a vida ao máximo, de descobrir coisas novas e diferentes para fazer em São Paulo, de querer melhorar como pessoa, de querer ajudar os outros e ter um impacto maior na nossas sociedade.

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Hoje não estou mais no Sabiar, mas continuo sentindo essa mesma paixão e vontade. Estou mudando completamente de trabalho, me dedicando mais a esse blog e buscando usá-lo como canal para compartilhar esse meu propósito. Estou em um processo de autoconhecimento, de reflexões, de questionamentos e de mudanças. Além do blog, estou também compartilhando conteúdo sobre carreira e maternidade e tentando trazer inspirações para as pessoas que também estão buscando uma vida com mais sentido.

E já pararam para pensar no papel que a viagem tem? Elas podem ser verdadeiras experiências transformadoras, de experimentação, de criatividade, de exploração. Quando estamos viajando, estamos mais propensos e fazer coisas novas e diferentes e deixar os nossos bloqueios de lado.

Nas viagens, observamos mais as pessoas, a comida, os lugares. Prestamos mais atenção aos detalhes, estamos mais abertos.

Quando a gente aprende coisas novas e sai da zona de conforto, a vida fica muito mais interessante e divertida!

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Fotografia das crianças do Vietnã

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Minha nova paixão é tirar fotografia de pessoas. Então, aproveitei minha viagem ao Vietnã, para observar as pessoas de lá e tirar muitas fotos. Esse post mostra só as fotografias das crianças do Vietnã. Como elas se vestem, como elas se comportam, como interagem.

Algumas dessas fotos mostram a expressão dessas crianças e, por meio delas, dá para entender um pouco, ou pelo menos imaginar, como é a vida de cada uma. Como é a relação delas com suas famílias, a casa onde elas moram, ou o que elas comem e fazem durante o dia.

Mais alguém tem essa mania? De olhar as pessoas e imaginar a história delas?

Algumas crianças são da cultura hmong (já mencionada nesse outro post que fiz sobre o Vietnã). Outras crianças são de diferentes etnias que fazem parte da minoria Vietnamita. Todas usam roupas muito coloridas. As expressões são tristes, mostram uma vida que parece sofrida.

As fotografias das crianças do Vietnã transparecem a cultura e história do país. Mas, esse post não é para dar dicas de viagem, nem para falar de detalhes da viagem… é apenas para mostrar as fotografias das crianças do Vietnã.

Enfim, espero que vocês consigam sentir um pouco do que foi a experiência da nossa viagem!

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Viajar sozinha pela Europa: entrevista com Bia Gomes

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Uma das coisas que mais mexe comigo é poder despertar nas pessoas a vontade de viajar, de conhecer culturas, de descobrir o diferente, de experimentar. Às vezes vejo pessoas com desejos de explorar o mundo, mas por medo, falta de tempo ou por não saber nem por onde começar, acabam deixando de viajar. Mas quando encontro alguém que conseguiu enfrentar essas dificuldades e se jogou no mundo, eu sinto como se fosse eu mesma viajando! E compartilhando essas experiências, eu quero despertar nos outros esse ímpeto de arrumar a mala e sair por aí.

Assim foi com a Bia. Eu a conheci quando era adolescente, mas nunca mais tínhamos nos encontrado. Recentemente trabalhamos juntas em um projeto e logo percebi que ela tinha histórias. E estava passando por um momento especial. Fomos tomar um café e ela me contou sua motivação em viajar e deixar tudo para trás por um tempo. Ela foi viajar sozinha pela Europa e curtir a própria companhia! Pedi para ela dividir aqui no blog, as alegrias e angústias dessa viagem. Espero que gostem e se sintam inspirados!

viajar sozinha pela europa

Entrevista com Bia Gomes

P: Por que você decidiu viajar sozinha pela Europa?

B: Há uns 3 anos passei por grandes mudanças na minha vida e escutei por muito tempo dos meus amigos e parentes: você precisa ir viajar!
Acho que aos poucos fui amadurecendo isso dentro de mim! Fiz um curso de autoconhecimento em maio e foi o empurrão que faltava! Toda a coragem estava dentro de mim! Acordei um dia e pensei: quero ser uma  velhinha com histórias pra contar e não pensar que vivi a vida para pagar contas! Pedi as contas no trabalho, vendi meu carro e fui viajar sozinha pela Europa! Só com a passagem de ida e volta, 1 mala média e uma pequena, montes de livros e sonhos! (Confesso que li apenas um! E ainda dei alguns pelo caminho!)
viajar sozinha pela europa

P: Quanto tempo você ficou viajando? Para quais lugares você foi?

B: Fiquei quase 3 meses viajando completamente sem roteiro pela Europa! Visitei a Alemanha, Dinamarca, Holanda, Suíça, Áustria, Hungria, Grécia, Itália, Vaticano, Portugal e Inglaterra!

P: Como você escolheu esse roteiro? Você planejou tudo antes ou foi sentindo o que queria fazer ao longo da viagem?

B: Eu tinha a casa de uma pessoa querida no norte da Alemanha que foi a minha base! Mas não fiquei lá mais de 15 dias!
Não tinha roteiro nenhum! Cheguei na Alemanha e comecei a pensar e planejar! Um amigo brasileiro estava em Copenhagen e me convidou para passar uns dias com ele: fui! De lá fui pra Amsterdam, que era o meu sonho maior da Europa! Lembro de acordar um dia e pensar “estou gostando muito daqui (Amsterdam)! Vou ficar mais 2 dias!”, estiquei a hospedagem e fiquei! Acordava, abria um mapa da Europa no celular e pensava… “Para onde eu vou?” E simplesmente ia! Essa liberdade foi transformadora!

Conheci muita gente do mundo inteiro, mas definitivamente me conheci de uma forma profunda e intensa. Estar longe de tudo e de todos faz com que você aprenda a lidar com as coisas de uma forma muito diferente.
Passei uns perrengues… claro! Nas primeiras estações que chegava lembro que tomava um chá de cadeira para conseguir chegar ao hostel… com o tempo fui ficando mais descolada!

P: Onde você se hospedava?

B: Fiquei em hostel na maioria dos lugares! E mesmo tendo conhecido muita gente, confesso que como estou um pouco mais velha essa parte é mais complicada…

P: O que você mais gostou de viajar sozinha pela Europa?

B: O que mais gostei foi a liberdade de escolher cada passo sozinha, sem me preocupar com nada além de mim mesma! Sentir o vento no rosto… e ser livre! Foi inexplicável a importância disso tudo pra mim!
Além disso, a forma como estar longe me aproximou da minha família foi mágica! ❤️
Até hoje temos o grupinho de whatsapp: “a viagem da Bia!” em que trocamos mensagem todos os dias! Minha família me apoiou e incentivou muito!

viajar sozinha pela europa

P: E o que você menos gostou de viajar sozinha pela Europa?

B: Sinceramente, apesar de ter ficado tanto tempo viajando, acabei não conhecendo muito bem os lugares em que estive… é até engraçado, afinal foram quase 3 meses… mas me permiti não fazer aqueles roteiros exaustivos de turista… eu vivi um pouco cada cidade… e acabei não vendo tudo o que queria… mas essa parte nem é tão ruim porque assim vou ter que voltar!

P: Quais os prazeres e dificuldades de viajar sozinha?

B: O prazer é um pouco do que falei antes… a liberdade de escolher ir pra direita ou esquerda…  a hora que quiser e como quiser… até conheci pessoas que queriam passar o dia junto…. e eu gentilmente falava: podemos encontrar a noite pra jantar? Porque realmente queria poder mudar a qualquer momento… ver um lugar legal e parar… Quando você está com outras pessoas precisa conciliar as vontades!

As dificuldades: eu sou muito apegada a amigos e família e senti muita saudade, de algumas pessoas em especial! Chorei fazendo o passeio no canal de Amsterdam, vendo coisinhas em Budapeste… foram poucos momentos assim, mas eles existiram! Até postei uma foto no Instagram dizendo isso: não é 100% do tempo de alegria! Fiz até alguns facetimes chorando com a minha mãe pra desabafar as coisas que sentia! (E imagino o aperto no coração dela aqui no Brasil!)

E fiquei muito muito grudada com a minha irmã! A cada dois dias ela me mandava uma mensagem dizendo o quanto sentia a minha falta! Acabamos ficando ainda mais próximas.

E o que mais senti falta? De abraços de verdade! Sofri com isso! Porque é diferente um abraço com amor né?
Uma coisa boa foi que em algumas cidades fiquei em casa de amigos, e não sei explicar porque mas acabei indo em todas elas mais para o final da viagem, quando já estava bastante cansada. Me senti acolhida por eles… Milão, Londres, e Cascais! Foram os meus “lares” de verdade! Eles não fazem a menor idéia do que fizeram por mim nos dias em que estive com eles! Foi muito importante mesmo esse carinho! Lembro de agradecer a um amigo de Londres por ter cochilado a tarde no sofá na casa dele! A gente aprende a dar valor para coisas muito muito simples!

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P: Você quer contar alguma história ou dar uma dica específica para o Xplora?

B: Quando estava na Suíça, fui em um local que tinha um gramado e um lago com pessoas tomando sol. Levei uma canga e deitei para escrever no meu diário de viagem! Eis que levei uma picada de abelha! E sou ALÉRGICA! Depois de 2 dias, quando estava em Viena comecei a ter uma reação. A minha perna ficou o dobro do tamanho, quente, dolorida, áspera… tive que pegar mais leve e esperar melhorar pra viajar de novo. Fiquei lá quase uma semana! Acabei me apaixonando pela cidade! Fiz uma amiga da Turquia e fui muito feliz por ali. Mas foi um susto! E se eu não tivesse ficado tanto tempo talvez não conhecesse essa amiga querida, que ainda foi comigo pra Budapeste.

Outra coisa que me marcou foi que muitas pessoas me perguntaram o que eu aprendi e vivi na viagem Mas, algumas simplesmente não perguntaram. Disseram que viram em mim… Acho que eu estava transbordando alegria e mostrando de coração aberto o que estava vivendo e sentindo.
O que mais marcou para mim em toda essa experiência foi a coragem de ter ido viajar sozinha pela Europa sem planos e me permitir viver aqueles momentos. Isso ninguém nunca vai tirar de mim! A emoção de ver tanto! No mundo e em mim! Foi inesquecível! Agora fico aqui sonhando e planejando as próximas…

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Dica de restaurante em São Paulo: Café Journal

restaurante sao paulo cafe journal

Eu adoro a vida gastronômica de São Paulo e sempre que posso saio para comer e descobrir restaurantes legais na cidade. Com filhos pequenos é um pouco mais difícil, mas como acredito ser super importante não abandonar aquilo que gostamos, fazemos um esforço para continuar indo a restaurantes legais. Recentemente voltei a um restaurante que eu tinha ido há muitos anos e não lembrava direito como era: o Café Journal, em Moema. Das outras vezes fui para jantar, dessa vez, fomos para o almoço.

A comida do Café Journal

O almoço do Café Journal aos sábados é um buffet muito bem servido e variado. O prato principal era a feijoada, mas tinham diversas opções de pratos quentes e frios, saladas e sobremesas que acabei não comendo a feijoada.

Eu adoro experimentar várias comidinhas diferentes no buffet e, principalmente, explorar os pratos frios. Então comi desde sushi até tartar de salmão e quibe cru! Para as crianças, escolhemos uma massa feita na hora. Você pode escolher os ingredientes, o tipo de massa e o molho. Eles adoraram a comida!

Nos outros dias da semana, é servido menu a la carte. Eles possuem uma adega no centro do restaurante e, por isso, oferecem uma grande diversidade de vinhos.

restaurante sao paulo cafe journal

restaurante sao paulo cafe journal

O ambiente

O ambiente do Café Journal é ótimo. Super amplo, espaçoso e rústico.

Eles fazem eventos corporativos e até casamentos por lá. Tem salas separadas, o que facilita a divisão dos espaços para eventos.

restaurante sao paulo cafe journal

Informações úteis

O site do restaurante não é muito explicativo, então fica difícil saber os dias e horários em que estão abertos… Caso tenha dúvida, é melhor ligar para confirmar: 5055-9454.

Para reservar uma mesa ou evento para até 10 pessoas, é só clicar nesse link do próprio site do Café Journal.

Adorei conhecer. Vale a pena!

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7 dicas do que fazer em Gramado e Canela com crianças

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Gramado é uma cidade charmosa e cheia de hoteis, parques, lojinhas e restaurantes. Ao longo do ano, acontecem vários eventos em Gramado, mas a época em que a cidade fica mais cheia é no Natal Luz, que vai de novembro a janeiro. A cidade fica toda iluminada, cheia de atrações de Natal, toda decorada. Não falta o que fazer em Gramado e Canela com crianças!

Nós fomos no feriado de 15 de novembro e, apesar de bastante gente, não encontramos filas enormes ou multidões que atrapalharam o nosso feriado. Ficamos hospedados em Canela e alugamos um carro para poder ir para Gramado com facilidade.

Agora que tenho um filho pequeno o foco das nossas viagens mudou um pouco. Deixou de ser viagem romântica e passou a ser viagem com crianças… Por isso, não conseguimos jantar todos os dias em restaurantes legais, nem emendar programas que duram até tarde, mas conseguimos encontrar atividades e passeios para aproveitar Gramado e canela com crianças. Gostamos mais de lugares abertos, espaçosos e que as crianças são bem vindas!

Gramado e Canela com crianças

7 dicas do que fazer em Gramado e Canela com crianças

Snowland

É um parque de neve e atividades de inverno indoor. Tem uma pista de esqui e snowboard, pista de patinação no gelo, boia para deslizar na neve.

Algumas informações importantes:

  • Lá dentro a temperatura ambiente é por volta de 15 graus, faz frio! Nessa temperatura tem algumas lojinhas, um restaurante, alguns brinquedos e um local para bebês pequenos. Se você decidir entrar para a área da montanha, onde fica a pista de esqui e a neve, aí a temperatura cai para zero graus!
  • Crianças menores de 2 anos não podem entrar na área da montanha
  • Eles fornecem roupas especiais para entrar na montanha

Eu fiquei com meu filho na parte mais aquecida, fui patinar no gelo e brincar na área de bebê. O resto do nosso grupo, foi descer a pista de snowboard. O lugar é bem organizado e estruturado. Não é enorme, nem cheio de atrações, mas é divertido.

Para mais detalhes, vejam o post completo no blog Café Viagem.

Gramado e Canela com crianças

Aldeia do Papai Noel (antigo Parque Knorr)

Uma graça de lugar. É um parque natalino com diversos ambientes diferentes. Tem a casa do Papai Noel, a fábrica de brinquedos, trenzinho, renas, mirante e até um mini vilarejo onde neva. Os meninos adoraram explorar o parque! Fica aberto o ano inteiro e crianças até 2 anos não pagam. Verifiquem o horário de abertura e fechamento do parque porque ele varia ao longo do ano.

Para mais informações: http://www.papainoel.com/

Gramado e Canela com crianças

Gramado e Canela com crianças

Le Jardin Parque de Lavanda

Esse é um lugar em que não muita gente vai com crianças. Mas é um lugar aberto, bonito e agradável para passear com os pequenos. Tem um jardim lindo, cheio de flores e lavanda. Além do jardim, tem também algumas estufas e uma lojinha. Um passeio rápido, mas bem gostoso.

Para mais informações: http://lavandas.com.br/o-parque/

Mini Mundo

O mini mundo é um parque com uma cidade completa construída em miniatura. São inúmeras casas, aeroporto, estações de trem e pessoas interagindo com as construções…. As crianças adoraram o passeio. Na época do Natal Luz, o parque fica aberto das 8:30 às 18:30. No local tem também fraldário e um parquinho.

Para mais informações: http://www.minimundo.com.br/parque/historia

Gramado e Canela com crianças

Lago Negro

O lago negro é um parque aberto, onde se pode caminhar ao redor do lago, caminhar, descansar ou andar de pedalinho.

Existem duas opções de pedalinho, um no formato de cisne para 2 pessoas e outro, de caravela, para 2 adultos e 2 crianças.

Eles adoraram esse passeio!

Gramado e Canela com crianças

Gramado e Canela com crianças

Parques da Serra, bondinhos e Cascata do Caracol

A principal atração do parque é ver a Cascata do Caracol, uma cachoeira linda que pode ser vista do alto do bondinho.

A primeira parada do bondinho é para ver as esculturas de bichos de madeira. As crianças adoram porque podem interagir com os bichos que fazem diferentes sons.

A segunda parada é a melhor vista da Cascata do Caracol.

Gramado e Canela com crianças

Gramado e Canela com crianças

Natal Luz

O Natal Luz acontece de fim de outubro (ou novembro) a janeiro em diversas áreas da cidade de Gramado. São espetáculos, paradas, show de luzes e muito mais. A cidade fica toda enfeitada de Natal. Os principais shows são o “Natal pelo mundo” e o Grande Desfile de Natal. Como as crianças eram muito pequenas, acabamos não indo neles. Mas, fomos ao show gratuito em frente ao Palácio dos Festivais, que é para acender todas as luzes de Natal da cidade, quando começa a escurecer. É muito lindo!

Como não ficamos muitos dias na cidade, não conseguimos conhecer tudo o que estava na nossa lista de dicas. Então, deixo aqui abaixo para quem puder ficar mais tempo na cidade! (E é uma ótima razão para voltarmos para Gramado e Canela com crianças!)

Gramado e Canela com crianças

Alpen Park

Parque Terra Mágica Florybal

Mundo a Vapor

Parque dos Dinossauros

Zoo

Reino do chocolate

Museu de Cera

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Viajar sozinha pela Ásia – Entrevista com Isadora Coelho

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Eu estou num momento de autoconhecimento, de mudar de profissão, de me redescobrir. Por isso, toda semana tenho marcado cafés com pessoas inspiradoras. Em um desses cafés reencontrei uma amiga, a Isadora, uma pessoa que irradia alegria e boas energias. Ela estava partindo para a Ásia para viajar sozinha por diversos países da região!

Agora que a viagem está quase acabando, pedi para ela escrever um post para o Xplora contando um pouco da viagem e das motivações que a levaram a viajar sozinha e explorar a Ásia. Espero que gostem!

Entrevista com Isadora Coelho

P: Por que você decidiu fazer essa viagem para a Ásia e por que sozinha?

I: São muitos aspectos envolvidos nessa decisão. Mas, eu diria que o principal motivo para a viajar sozinha pela Ásia foi minha vontade de crescer, explorar e aumentar meu auto conhecimento. Estou em um momento de reflexão e muitas mudanças na minha vida. Resolvi dar um break sabático para repensar meu caminho profissional e meus relacionamentos.

Quando decidi fazer essa viagem pensei muito que gostaria que ela fosse uma viagem “contemplativa”, um momento para “lamber minhas feridas”. Mas, como tudo na vida, a viagem está sendo bem diferente do que esperava. Está sendo mais intensa e mais forte (no sentido de descobertas) do que “zen” e tranquila como eu imaginei.

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P: Por quanto tempo você vai viajar? Para quais lugares?

I: No total serão quase 2 meses de viagem. 56 dias para ser exata :)
Lugares visitados:
Tailândia: Bangkok, Phi Phi Island, Ao Nang, Chiang Mai, Chiang Rai, Koh Samui (para um retiro de yoga)
Vietnã: Ho Chi Minh City, Hoi An, Ha Long Bay e Hanoi
Laos: Luang Prabang
Camboja: Siem Reap e Sihanoukville
Cingapura
Dubai

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P: Como você escolheu esse roteiro? Você planejou tudo antes ou está sentindo o que quer fazer ao longo da viagem?

I: Eu busquei muitas dicas online, li trocentos blogs, pedi ajuda em fóruns e montei uma estrutura de roteiro inicial. Mas fui apenas com as duas primeiras semanas da Tailândia programadas, já que estava nesse momento com duas amigas. Daí em diante queria decidir tudo “on the go”. Mudei várias coisas do meu roteiro inicial e apesar de estar insegura antes de sair, foi extremamente fácil fazer isso ao longo da viagem. Aliás, as facilidades para turistas aqui no Sudeste Asiático são impressionantes, assim como a segurança para uma mulher viajando sozinha.

viajar sozinha asia

P: Por que escolheu o Sudeste Asiático para essa viagem?

I: A escolha pela Ásia partiu da minha alma. Quando comecei meu processo terapêutico, alguns vários anos atrás, minha psicóloga pediu que eu levasse uma peça do meu armário por intuição para uma sessão. Levei uma sandália que comprei em Roma e que era um pouco étnica. No nosso processo, ela pediu para que eu fechasse os olhos e visse para onde esse objeto me levaria e ele me levou para os mercados flutuantes asiáticos, provavelmente algum tailandês. Na época não conhecia ninguém que tivesse ido ou que tivesse me contado em detalhes sobre uma experiência dessas, então só posso entender isso como um chamado.

Além disso, tenho uma forte conexão com o Reiki, com as filosofias budistas e hinduístas e queria descobrir mais sobre esse outro mundo, me aprofundar nesse universo.

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P: Quais os prazeres e dificuldades de viajar sozinha?

R: Eu já tinha viajado sozinha antes, mas por curto espaço de tempo. Dessa vez realmente estou vendo os sabores e dissabores desse tipo de aventura. Pelo lado positivo, é muito mais fácil conhecer gente, se conectar com novas culturas e fazer amizades. Além disso, você tem toda a liberdade para fazer tudo no seu timing, do seu jeito e da maneira que mais te agrada.

Pelo lado dos dissabores, tem momentos que você está mais vulnerável e queria ao seu lado seus familiares e amigos amados. Estive doente em lugares que mexeram comigo e acabei não fazendo amizades, me senti muito sozinha e triste nesses dias.

Outro ponto difícil é que você que está decidindo tudo, então, se algo não sai dentro da sua expectativa não tem ninguém a culpar a não ser você mesma. Por isso, tem que se controlar para não ficar muito na nóia e levar os perrengues de uma forma mais tranquila.

Por último, algo que é bom e ruim de viajar sozinha são os momentos de reflexão… é uma oportunidade incrível para se auto observar e avaliar seus pensamentos. Bom por esse lado, mas ruim porque às vezes acaba se deixando levar por um flow de muitos pensamentos já que são muitas e muitas horas consigo mesma no silêncio.

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P: Até agora, o que você mais gostou e menos gostou da viagem?

R: Difícil escolher! Mas diria que o que mais gostei foi da Tailândia (acho que praias paradisíacas perto de Phi Phi, o mercado flutuante e Chiang Mai). Gostei muito também dessa cidadezinha do Vietnã chamada Hoi An. Foram momentos mágicos vividos nesses lugares: muitas cores, cheiros, sensações. Acho que a Ásia é muito sensorial e isso me encanta demais! Esses lugares foram os que mais despertaram todos os meus sentidos. Confesso também que Cingapura com seu luxo, sua segurança e mix de pessoas incríveis e inteligentes também me fez ter vontade de ficar por lá!

O que menos gostei foi de Sihanoukville no Camboja. As praias são suuuuuper sujas, consequência de muita pobreza e de uma história extremamente triste (recente genocidio vivido no país). Ainda que não gostei objetivamente do lugar e de ter sido o que fiquei menos bem acomodada em todos os aspectos, acho que ele representou um momento importante para mim e me fez repensar em muitas coisas do que quero contribuir para o futuro e como quero lidar com a minha sombra. Por isso, não sei se o correto é dizer que não gostei. Foi o lugar que mais me tirou da minha zona de conforto.

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Dicas da Isadora para o Xplora

1. Vistos são super fáceis, mas vale checar e organizar antes de sair do Brasil. Ponto importante: para o Vietnã se você fizer o e-visa, vale pagar a taxa de agilizar a fila e cuidado, pois ele tem uma data de início fechada. Perdi um voo por isso. Ah e na Tailândia é um pouco confusa a chegada, vá direto para o Health Control.

2. Os apps são seus melhores amigos na decisão de viagens feitas em cima da hora. Booking.com (depois de várias reservas você vai se transformar em genius e aí tem 10% em várias acomodações), trip advisor, skyscanner, blinkist para ler resumo de livros, bom e velho Google maps. E aí vale muito a pena comprar chip apenas com internet em todos os destinos. A dureza vai ser se controlar para não ficar o tempo todo conectado, mas a diferença de fuso ajuda nesse sentido.

3. Se puder compre um Kindle, eu quis trazer vários livros e acabei pedindo para minhas amigas levarem de volta da Tailândia, porque o peso é chato de carregar e você acaba ficando com poucas opções sem o Kindle.

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4. Mala ou Mochila: isso foi um dilema para mim e acho que é uma decisão extremamente pessoal e depende do tipo de viagem que você vai querer fazer. Eu senti que estava num meio termo que era difícil definir: não era mochileira, mas também não era do luxo (nas duas primeiras semanas fomos um pouco mais do luxo).

Possivelmente poderia ficar em hostels, mas preferia hotéis, mas tinha ilhas e muitas paradas, então o que fazer?
Bom, decidi por uma mala de 23kg e não me arrependi. Levei mala dura e com um sistema de organização dela que mantive durante toda viagem. Achei que foi fácil demais, como meu armário portátil. Usei muitas lavanderias ao longo da viagem. Levar vários acessórios me ajudou a enjoar menos das roupas. Acho que foi a mala mais bem pensada da minha vida.

Porém não tive espaço para comprar, não queria ficar carregando o peso! Isso pode ser frustrante porque aqui é ótimo comprar, então talvez numa próxima viagem, eu traria ainda menos coisas, tipo 15kg numa mala de 23. Ahh e dá para pagar sua bagagem em todos os voos. Eles são flexíveis nos que já tem bagagem de 20kg inclusos, só paguei excesso 1X e foi baratinho.

5. Entregue-se a diferentes experiências: aula de culinária, passeio em tours de um dia, escaladas, diferentes tipos de comida. Me descobri demais nessa jornada. Fiz o que meu coração estava pedindo em cada momento, fiz até muito nada, o que também foi ótimo.

6. Conversar com pessoas que são diferentes de você: a minha maior descoberta aqui é que tem muuuita gente aventureira no mundo e vivendo um estilo de vida tão livre e ainda assim trabalhando e vivendo bem. Vários digital knowmads por aí… fiquei com muita vontade! Vou achar uma maneira de incentivar ao máximo as pessoas a fazerem um período sabático e enxergarem que tem tantas possibilidades nessa vida. Meu primeiro passo é essa entrevista aqui! Espero ter podido inspirar um pouquinho algumas pessoas 😉
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As viagens da minha vida

Minhas Viagens India

Quando alguém pergunta sobre o que importa para mim, sobre o que eu gosto de fazer, sobre o meu passado, dificilmente as viagens não aparecem na conversa. Difícil falar de mim sem mencionar o quanto eu amo conhecer novos lugares e novas culturas.

Não é o simples clichê. É parte da minha essência. Eu amo viajar. É parte de quem eu sou e de quem eu quero ser.

Desde pequena viajei bastante. Amo a forma como meus pais me apresentaram o mundo: começamos pelo Rio de Janeiro, depois Nordeste e Sul do Brasil. Com 7 anos fui para Bariloche, com 10 para a Disney, com 15 para a Europa. Entrei para o CISV, conheci gente do mundo inteiro, e aí a coisa desandou 😉 Não consegui mais parar de viajar!

Minhas Viagens

Mesmo quando estava em São Paulo, eu hospedava estrangeiros na minha casa, eu fazia vivências culturais, eu conhecia gente de fora. Eu me envolvi na AIESEC e trabalhei em multinacionais para poder estar em contato com pessoas de lugares diferentes.

Eu encontrei um namorado (hoje meu marido!) que tinha o mesmo ritmo e paixão que eu. Fomos morar nos Estados Unidos e em 3 anos, viajamos loucamente, explorando cada cantinho desse mundão.

Minhas Viagens

E aí meu filho nasceu… E a minha prioridade mudou. Quase não viajei nesses últimos anos. As viagens foram quase que deixadas de lado na minha cabeça. Eu senti que era hora de ficar por aqui.

Mas… veio a cobrança. Meu marido disse que fiz propaganda enganosa. “Cade aquela mulher que eu casei?”

Fiz um processo de coaching recentemente. Quando falava da minha vida, das minhas paixões, da minha história…só dava ela: viagem, viagem, viagem!

Eu percebi que era hora de retomar. Eu sentia falta delas. Eu posso viajar com as crianças. Eu quero que elas amem o mundo como eu amo. Eu quero conhecer novos lugares.

Surtei. Comprei passagens. Várias. Programei viagens que estavam guardadas no papel. Marquei uma viagem romântica com meu marido. Marquei viagem com as crianças.

Sim, eu estou de volta! E quero escrever. Quero meu blog.

O meu antigo blog Dica da Dri foi perdido. O Xplora estava abandonado. Mas cá estou. Arrumando os erros, trocando coisas antigas do Dica da Dri para o Xplora. A retomada é real!

O Xplora está de volta. Ainda em construção, mas de volta.

E minha animação está a mil. Acompanhem por aqui e no instagram – @xplorablog.

Saber que alguém ainda lê, me dá forças para recomeçar! E vamos lá =)

Dica de hotel em Bariloche: LLao LLao Hotel & Resort Golf Spa

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Para quem vai à Bariloche, existem diversos tipos de hotel para se hospedar. Alguns mais perto do centro, outros das montanhas de esqui, outros ainda dos lagos. Eu tive a incrível oportunidade de ficar hospedada no Llao Llao Hotel & Resort Golf Spa, um hotel ícone da cidade de Bariloche, que fica no alto da colina, ao redor do lago Nahuel Huapi e de frente para os Andes, e por isso, as paisagens são maravilhosas.

Mesmo para quem não fica hospedado lá, vale conhecer o hotel. Ele já é considerado um dos pontos turísticos de Bariloche!

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Hotel Llao Llao

O hotel é um resort 5 estrelas, luxuoso, com serviço excelente. É parte da selecionada rede Leading Hotels of the World.

Eu fui no verão, então, para onde eu olhava, via flores coloridas, montanhas verdes, o lago. A primeira impressão de entrar no quarto e ver aquela vista é sensacional.

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O hotel tem duas alas, uma mais antiga e uma mais recente. Tem quartos disponíveis nas duas e a vista é linda de qualquer lugar.

O hotel tem diversos restaurantes e cafés. O café-da-manhã é farto e servido em um restaurante de vidro, de frente para as montanhas. De noite, jantamos no Restaurante Patagonia e a comida estava ótima também.

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Atividades

Nós fomos no verão, então, não tinha neve. Mas, não estava calor! Pegamos dias frios mesmo em dezembro. A temperatura estava perto dos 10 graus.

Fizemos caminhadas pelo Parque Nacional Nahuel Huapi para curtir a paisagem em volta do hotel.

Fomos também na piscina aquecida que tem borda infinita, área externa e coberta e fica no meio dessa vista linda!

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Eles oferecem outras atividades também como arco e flecha, spinning, e academia e, como o próprio nome diz: Spa e Golf.

O hotel é geralmente recomendado para casais, mas nós fomos com criança pequena (1 ano) e ele amou! Correu pelos gramados, curtiu a piscina, subiu e desceu a escadaria do café-da-manhã, foi no salão de jogos e se divertiu.

Apesar de ser famoso como hotel romântico, eles oferecem estrutura para crianças de várias idades.

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Localização

O hotel tem uma localização especial, pois é super exclusivo e longe do movimento, fica ao redor das montanhas e do Lago Nahuel Huapi.

Ele está a 20km do centro e 20km do Cerro Catedral (local de esqui), ou seja, precisa de carro para se locomover por ali.

A nossa experiência foi muito boa! É um hotel que dá vontade de voltar. Valeu muito a pena ficar hospedada no Llao Llao.

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