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Fitbit: Motivação extra para corrida

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Se você adora correr, como eu, provavelmente gosta de manter o registro das suas corridas. Há vários anos sou usuário assíduo dos apps de corrida, como o RunKeeper. Agora temos diversos brinquedinhos novos disponíveis pra auxiliar nessa tarefa. Essas pulseiras e relógios inteligentes atingiram uma maturidade onde finalmente decidi que seria a hora de ter um. Além de monitorar as corridas, esses aparelhos também ajudam a dormir melhor, analisar a saúde cardíaca, e até acompanhar metas. Tudo isso me motiva muito a continuar correndo e a levantar naquele dia feio pra o próximo treino. Vou contar pra vocês sobre minha pesquisa e o que eu estou achando da pulseira que escolhi, a Fitbit Charge HR.

O que há no mercado de pulseiras e relógios para monitoramento:

1. Os chamados Smartwatches como o Apple Watch, Fitbit Surge ou a nova Blaze, Moto 360 e outros, que possuem a vantagem de serem plataformas para apps de terceiros.

Fitbit Surge corrida

Fitbit Surge

blaze

Fitbit Blaze

 

 

 

 

 

 

 

2. Os monitores esportivos com monitor cardíaco como Fitbit Charge HR, Garmin Vivosmart HR e Polar A360 – Mais focados em esportes, por isso também  mais leves e com um visor menor, focado em mostrar as informações essenciais. Esses recentemente adotaram monitores cardíacos no próprio aparelho. Essa inovação foi essencial pra diferencia-los definitivamente dos contadores de passos.
Garmin

Garmin Vivosmart HR

Polar

Polar A360

 

 

 

 

 

 

 

3. Os monitores esportivos com GPS da Garmin e Polar (diversos modelos) – Especializados e muito utilizados por atletas, formam a categoria mais antiga desse segmento. Com o tempo foram adotando novas funções e ficando cada vez mais conectados. Mas também ficaram maiores. Servem muito bem pra quem não faz questão de ouvir música e gosta de ter muitas informações no pulso. Muita gente também busca essas marcas pela sua tradição, que cria uma confiança maior na precisão das medições.

4. As pulseiras de monitoramento de atividade motora, sem tela, como a Jawbone UP3, Jaybird Reign, Garmin Vivosmart, Fitbit Flex, Misfit Shine e Polar Loop – mais discretas, geralmente possuem apenas LEDs discretos ou nada que as distinga visualmente de uma pulseira comum. por enquanto apenas a Jawbone Up3 adotou monitor cardíaco nesse segmento.

Jawbone

Jawbone UP3

Para tomar minha decisão levei em conta:

  1. Leitor cardíaco embutido na pulseira – pra me livrar de vez da banda elástica apertando meu peito.
  2. Capacidade da bateria para uso contínuo e monitoramento do sono – afinal quanto mais informação, mais completa a análise da saúde em geral – foi aqui que o Apple Watch foi descartado da minha lista. Quem sabe na próxima versão…
  3. Utilidade do display e informações disponíveis – aqui o importante é que seja prático – os modelos da Fitbit, Polar e Garmin são os melhores.
  4. Tamanho e peso mínimos para utilizar em corridas – as categorias de pulseiras levam a melhor nesse critério
  5. Qualidade do monitoramento e do app – Ouvi reclamações contra o Jawbone no monitoramento. A Fitbit tem o app mais completo e desenvolvido, veja abaixo.
  6. Conectividade do app da pulseira com outros – todos possuem alguma capacidade deste tipo.

Se você ouve música durante a corrida e gosta de ser notificado sobre chamadas telefônicas, então não precisa de GPS, pode usar o do celular mesmo – a precisão será a mesma de um GPS embutido na pulseira ou relógio.

Caso o Apple Watch tivesse GPS, ele faria quase tudo isso sozinho, mas por enquanto ainda tenho que levar o meu iphone para as corridas. Por isso também descartei os monitores com GPS – Eles são mais caros, maiores e mais pesados no pulso, e porque eu sairia às ruas com duas antenas de GPS?

Por esses fatore escolhi a pulseira da Fitbit. Pra vocês terem idéia da diferença de preço o Fitbit Charge RH custava $129 enquanto o modelo mais barato do Apple Watch $350 – próximo ao preço dos modelos mais bem equipados da Garmin. O fator preço fez reforçar a escolha.

Com o Fitbit Charge RH você não tem um “smartwatch” propriamente dito. Tem uma pulseira que monitora passos, batimento cardíaco, sono, calorias gastas, passos e degraus de escada percorridos. Seu pequeno visor serve para o essencial e mostra uma informação por vez, inclusive as horas(!!). De quebra ele se conecta com o celular e vibra quando alguém te liga, mostrando o nome da pessoa. Você também pode definir alarmes vibratórios – que descobri ser uma forma   bem efetiva e agradável de despertar.

O visual o Fitbit é bem simples e não chama muita atenção. O meu parece uma pulseira de borracha preta, com cerca de 2cm de largura.

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Meu Fitbit Charge HR

Tive um pouco de alergia à borracha do Fitbit. Passei uma pomada anti-alérgica e passou depois de três dias.

Para ver as informações no visor da pulseira você pode apertar no pequeno botão à esquerda, dar um tapa no visor ou apenas levantar o pulso. Ao apertar o botão lateral ou bater no visor, o tipo de informação vai trocando – a ordem você pode definir no app.

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Pontos positivos do Fitbit

Em pouco tempo o Fitbit já fazia parte do meu dia. O app faz gráficos com as médias diárias de passos, e semanalmente eu recebo um email com um resumo da semana. Isso me motivou não somente a correr com mais frequência, mas também a andar mais durante o dia, principalmente nos dias de descanso da corrida. Cheguei a ir a pé para o escritório alguns dias e a subir as escadas do prédio ao invés de tomar o elevador pra atingir a meta do dia. Quer dizer – realmente funciona como um motivador de exercício.

O monitoramento cardíaco funciona bem se você usar da forma como eles indicam. O monitoramento inclusive durante as corridas funcionou muito bem. O app  também informa o batimento contínuo dia após dia, deixando fácil identificar dias onde o stress estava alto e o batimento médio em repouso estava maior. O fato de o monitoramento ser contínuo faz com que a estimativa de calorias gastas pelo Fitbit seja muito real. Se você gosta de contar calorias, é um prato cheio. Como a app tem a função de monitoramento das calorias ingeridas, com uma biblioteca bem completa de alimentos, é possível acompanhar Calorias ingeridas vs. Gastas, dia após dia, e estabelecer metas.

O App da Fitbit é muito bom e completo. Ele tem um painel principal com acesso a cada uma das métricas que ele mede, permitindo ver com gráficos o histórico das medições e em muitas delas o comparativo com a meta estipulada. É fácil de usar e tem um visual clean e agradável.Gosto também do monitoramento do sono. Quando percebia que minha média de sono dos últimos dias estava abaixo do desejado, tentava ir dormir mais cedo. Isso realmente melhorou minha disposição, o que ajuda a levantar melhor pra correr.

 

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O monitoramento de corridas é completo, mostrando todas as informações relevantes, o mapa da corrida, gráfico dos batimentos e os tempos por intervalos, além dos passos e calorias gastas. Poderia ser meu único app de corrida caso eu já não tivesse um histórico tão grande no Runkeeper.

 

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A sincronização em tempo real com o app do telefone funciona bem e não notei o bluetooth consumir muito mais bateria do meu iPhone.

Uma atualização recente foi a adição do monitoramento contínuo de atividades. Quer dizer que ele identifica, depois de certo tempo, quando você parou de caminhar e iniciou uma corrida, sem que você precise avisar o app.

Pontos negativos

O Fitbit não é à prova água. Então não esqueça de tirá-lo antes de entrar no banho ou na piscina.

Ele não é muito resistente. No meu, quebrou o painel que fica embaixo do visor depois de pouco mais de um mês de uso. A Fitbit foi bem rápida em entender o problema e providenciar uma troca, mas essa fragilidade me preocupa. Espero que o próximo dure mais.

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O monitoramento de sono não mede as fases do sono, como outros aplicativos fazem, apenas os horários de sono agitado e intervalos despertos no meio do sono. Ajuda, mas poderia ser melhor.

A integração com outros apps, como o Runkeeper, pode melhorar também. No caso do Runkeeper o app envia apenas o total de passos do dia, e não as atividades de corrida. Se um dia eles fizerem a integração completa, inclusive recuperando o histórico, esse será meu app único para monitoramento de corrida.

A Fitbit promete que a bateria irá durar de 5 a 7 dias com uso normal. Acredito que usei normalmente e para mim a bateria dura de 4 a 5 dias.

Veredicto

Vale a pena ter uma pulseira dessas, agora que elas já fazem o bastante pra justificar seu preço. Se você tem uma meta de voltar a treinar com mais vontade, esses “fitness trackers” são uma ótima motivação. Além disso eles acabam sendo uma grande ajuda na manutenção da boa forma e saúde em geral.

O Fitbit Charge RH tem muitas funções pra isso e hoje pra mim é o melhor custo-benefício. Apesar disso, devido aos problemas que eu tive com sua durabilidade, eu olharia com mais carinho os modelos da Polar e da Garmin, empresas com mais experiência em equipamentos para atletas.

Se você tem uma opinião diferente ou uma recomendação de equipamento, comente aqui abaixo!

Boas corridas!
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Entrevista Juliana Lima – Ironman em Foz de Iguaçu

A entrevista de hoje é com a minha irmã, Juliana Lima, que na semana passada fez uma prova de meio ironman em Foz de Iguaçu e me contou todos os detalhes dessa experiência incrível. Admiro muito a coragem e determinação dela em tudo, e acho que essa prova reflete muito quem ela é e como ela encara a vida. Espero que vocês gostem da entrevista e quem sabe se animem a correr ou fazer mais exercícios!

Entrevista com Juliana Lima – Meio Ironman em Foz de Iguaçu

1- Antes de tudo, o que é o Ironman?

R: Ironman é uma prova de triatlon global. No Brasil, existem atualmente duas provas de Ironman (Florianópolis e Fortaleza) e duas provas de meio Ironman (Foz de Iguaçu e Brasilia). Uma prova de Iron é tipicamente composta por 3.800m de natação, 180km de bike e 42km de corrida. O meio Iron é exatamente metade: 1.900m de natação, 90km de bike e 21km de corrida. Uma curiosidade: se somarmos essas distâncias, teremos aproximadamente 112,5km, que equivalem a 70,3 milhas. Por isso essa prova também é conhecida como Ironman 70.3.

No último final de semana (30/08/14) eu fui para Foz com um casal de amigos queridos e meu marido (no papel de fotógrafo oficial da equipe) para fazer o 70.3 e vou contar um pouco dessa experiência incrível nesse post.

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2- Como foi o treino para se preparar para o Ironman?

R: Normalmente, quando uma pessoa decide fazer uma prova como essa, é comum contratar uma assessoria esportiva para obter orientação de especialistas. Existem muitas assessorias boas em São Paulo. Nós fizemos com a Race. Eles oferecem planilhas de treinamento, orientação e suporte nos treinos. É interessante também buscar ajuda de nutricionista porque ao longo do tempo os treinos ficam mais pesados, e também porque é importante ter uma boa estratégia de alimentação para o dia da prova (são muitas horas de exercício!).

Meu caso foi longe do ideal: como minha rotina de trabalho é meio pesada, muitas vezes eu saia tarde do banco e não conseguia acordar cedo no dia seguinte para treinar. Então me esforçava para faltar o mínimo possível ao longo da semana e compensava o que dava nos finais de semana. Um treino típico é fazer cerca de 1hr-1.5hr de exercício por dia durante a semana (alternando entre corrida, natação e bike conforme a orientação da planilha) e deixar os treinos mais longos, com transição entre os esportes, para os finais de semana.

Preciso admitir que nas últimas semanas antes da prova meus finais de semana ficaram um pouco chatos, já que as vezes o treino era de aproximadamente 5hrs no sábado e umas 3hrs no domingo. Tudo fica muito mais gostoso com companhia: amigos, respectivos, outras pessoas da equipe de assessoria… por isso, sempre vale a pena chamar alguém para ir junto, pois o tempo preparando também fica mais divertido!

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3- Qual foi a sensação ao cruzar a linha de chegada?

R: Foi emocionante, eu chorei. Como não me preparei tão bem quanto eu gostaria, eu realmente não sabia se ia conseguir terminar a prova. Para piorar, eu nunca tinha feito um triatlon na vida, e a logística não é nada simples. Depois de 7hr e 16min cruzei a linha de chegada, me sentindo muito inteira e extremamente feliz!! Meu tempo foi ruim, mas quem se importa, ne?? Meu desafio era completar a prova e meu preparo estava muito aquém do necessário. Então, foi uma alegria enorme chegar ao final.

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4- Qual foi a maior dificuldade do percurso?

R: Bom, foram várias. Eu tenho medo de nadar em locais abertos. Não gosto de água fria e sempre treino em piscina quentinha. Nadar em mar ou em represa é totalmente diferente. Fiquei assustada e um pouco desorientada no começo, não sabia para que lado nadar. Me deu medo. Minha amiga ficou um pouco comigo e logo nos separamos. Para acalmar, nadei peito nos primeiros metros e depois segui nadando crawl. De qualquer forma a natação não é a parte mais longa da prova, então passou rápido. Quando saí da água tinha certeza que iria conseguir completar a prova.

Bike também não é o meu forte. Como eu tenho preguiça da logística da bicicleta, muitas vezes treino em bike de spinning na academia. Isso me deixou pouco preparada para fazer 90km na rua e o efeito prático é que muitas pessoas me ultrapassaram.

Com isso, cheguei na maior dificuldade do percurso: fazer praticamente a prova toda sozinha, isolada da massa de atletas, com muito calor (34 graus), muito sol (e nenhuma sombra) e várias subidas no percurso. Foi a primeira edição dessa prova, então o percurso não era conhecido pelos atletas e o calor nessa época do ano surpreendeu a todos nós.

São quase 900 atletas na prova, dos quais uns 650 são classificados (ou seja não estouram tempo, desistem ou descumprem alguma regra). Eu fiquei em 595, ou seja, tinha muito pouca gente atrás de mim. Na bike eu fiquei totalmente isolada e consegui contar quantas pessoas estavam atrás de mim: só 10 atletas! Na corrida eu recuperei bem e ultrapassei umas 40-50 pessoas.  Deu uma sensação boa ultrapassar vários marmanjos com cara de super atleta e vestidos com roupas de ironman :)

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5- O que vc pensava em quanto fazia as provas?

R: Nossa, não sei se eu sei a resposta para essa pergunta… tenho a impressão que passei boa parte do tempo pensando na própria prova, tentando entender o percurso, as dificuldades ou a estratégia de alimentação. Algumas horas eu relaxava um pouco, pensava sobre as outras pessoas ou sobre questões pessoais. Mas boa parte do tempo estava concentrada na prova mesmo.

6- Tem algum curiosidade sobre a prova que você quer dividir?

R: Sim! Algumas…

Primeira coisa, não tinha música! Entre os três esportes, meu favorito é a corrida. Eu adoro ligar uma música bem alta e bem animada e correr por um tempão pensando nas outras coisas que eu tenho para fazer no dia. Além disso, ouvir música correndo sempre me ajudou a correr melhor. O ritmo da música orienta meu ritmo de corrida e camufla o som da minha respiração, me ajudando a ficar menos cansada. Quando eu descobri, na véspera da prova, que não ia poder ouvir musica, fiquei chateada. Eu já sabia que não poderia pedalar ouvindo música porque é perigoso (e proibido), mas achei que poderia correr. E na verdade o que aconteceu me surpreendeu positivamente. Corri 21k debaixo de muito sol, sem música nenhuma, e após 5hrs de exercício… e o som da minha respiração não me incomodou em nada e o silencio realmente me ajudou a ter mais concentração.

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Outro ponto interessante foi o local da prova: nós nadamos no lago Iate Clube Lago de Itaipu (ICLI), depois seguimos por um trajeto de 24k de bike em direção à Usina de Itaipu, e demos três voltas de 22km dentro da própria usina. O trecho de corrida é formado por uma única volta de 21km também dentro da usina. Foi uma surpresa muito positiva! A usina é linda, super bem cuidada e durante a prova andamos por lugares muito inusitados, como por exemplo a barragem e os dutos. A vista é incrível!

A parte mais gostosa da prova foi o clima de companheirismo e solidariedade entre os atletas, staff de apoio e acompanhantes dos atletas. É difícil de explicar sem estar lá. As pessoas gritam para te animar, torcem, falam que falta pouco mesmo quando não falta, te ajudam a se vestir, beber, comer, arrumar a bike… quando um atleta cansa e decide andar, os atletas que o ultrapassam gritam para apoiá-lo, dão força, e até água. É realmente um clima muito bacana. Todos gostam de fazer esporte, desafiar seus próprios limites, curtir a prova… enfim, é uma delícia! Recomendo a todos que vivam essa experiência um dia, seja como atleta ou como acompanhante.

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7- Mesmo para quem não vai fazer, vale a pena ir assistir? Como é o clima?

R: Vale muito a pena. Expliquei um pouco do clima acima. Muitos atletas levam amigos, família e filhos. A prova é longa, mas tem lugar para sentar e comer e dá para acompanhar alguns trechos, não tudo. É um grande evento, vale muito a pena conhecer.

8- Qual a sua dica para quem quer fazer um Ironman?

R: A dica é: faça! Termine o que você começou. Aprenda a conhecer o seu corpo, respeite os limites dele, mas desafie-se. Tente fazer o seu melhor. Esporte faz bem para o corpo e para a cabeça, é uma terapia! O mais difícil são os treinos. A prova é um prazer.

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9- E pós prova, deu para conhecer um pouquinho de Foz de Iguaçu?

R: A gente fica em função da prova por dois dias. Na véspera, para retirar kits, fazer o bike check-in e preparar toda a logística. Na data da prova, apesar de a largada ser as 9:30hrs da manhã, a gente acorda as 6hrs da manhã e volta para casa no final da tarde. Depois só quer comer e dormir. No dia seguinte dá para passear numa boa. Como a prova é no sábado, precisa pedir um day-off no trabalho na sexta. Nosso voo de volta era domingo a noite, então de dia, deu tempo de dar um pulo nas cataratas. Foi muito legal!

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10 – Afinal, valeu a pena todo o esforço?

R: Muitooooooooo. Mais do que isso: foi, sem dúvida, uma das melhores experiências da minha vida. Um desafio cumprido. Fiquei metida por uma semana, me achando uma irongirl! Depois passa e a gente cai na vida real… =)

Para ver todas as fotos do Ironman em Foz de Iguaçu e saber mais sobre o evento, recomendo olhar o site oficial da prova: http://www.ironmanbrasil.com.br/2014/foz/br/

Vai para Foz de Iguaçu? Dá uma olhadinha nos hotéis do booking.com na cidade.

Para ver todas as entrevistas do Dica da Dri, clique aqui.

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