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CategoriaItália

Onde se hospedar em Rimini, na Italia

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Quando fiz a incrível viagem pela Emilia-Romagna, eu passei um dia em Rimini, cidade de praia, na Costa Leste da Italia.

São 15km de costa, no Mar Adriático e ponto turístico badalado dos italianos (não tem muitos turistas internacionais)! Fica super cheio na alta temporada. Eu, infelizmente, acabei conhecendo pouco da cidade… dei só uma volta pelo calçadão. Mas, essa é a proposta de Rimini mesmo: caminhar na praia e comer nos restaurantes à beira-mar.

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A praia não tem areia fofa e o mar é gelado, mas vale a visita para tomar sol, passear pelas lojinhas e restaurantes e desligar um pouco da correria de visitar todas as cidadezinhas, museus e igrejas da Toscana e da Emilia-Romagna.

Muita gente que vai para Rimini, aproveita e vai também a San Marino. São duas localizações muito próximas e que você chega facilmente de trem. Eu acho, na verdade, bem corrido fazer os dois em um dia só. Minha sugestão seria ficar um dia inteiro passeando por San Marino e no fim da tarde ir para Rimini, dormir por lá, e no dia seguinte aproveitar a praia de manhã.

Apesar de não ter conseguido conhecer muita coisa em Rimini, queria recomendar o hotel que eu me hospedei: Hotel Savoia.

É um hotel de frente para a praia e com pessoas muito atenciosas. O quarto é grande, confortável e tem uma varanda de frente para o mar.

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Acabei conhecendo o dono do hotel, Piero, e ele me mostrou todas as instalações. Na verdade, a filha dele, Sophie, que fez questão de me levar para cima e para baixo para conhecer tudo do hotel. Muito fofa!

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O hotel tem um spa, com piscina interna aquecida e salas de massagem.

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O Piero sabia que eu estava sozinha na cidade e me levou jantar com a sua família na casa de uns amigos. Foi muito divertido ter uma verdadeira experiência italiana. Todos falavam alto, ao mesmo tempo, riam muito e queriam saber tudo da minha vida e dos meus projetos.

A comida, impecável! E não podia ser mais típica da região: piadinas com presunto di parma, queijo parmesão, rúcula e tomate para cada um montar a sua.

Foi um dia tranquilo e divertido, no meio da semana super corrida passeando pela Emilia-Romagna.

*a minha hospedagem no Hotel Savoia foi uma cortesia do Blogville, projeto patrocinado pelo Turismo da Emilia-Romagna e seus parceiros.

15 motivos para visitar a Emilia-Romagna, região italiana cheia de cultura e gastronomia

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A Emilia-Romagna, região no centro-norte da Italia, é uma ótima opção para quem gosta de cultura e gastronomia. São tantas razões para ir para lá que fica difícil listar só algumas!

Passei uma semana incrível viajando pela região e aprendendo muita coisa interessante sobre a gastronomia e cultura local. Fui para lugares históricos, comi bastante e conheci muita gente interessante! Em tão pouco tempo, consegui também formar uma opinião sobre essa região tão especial da Itália.

Por isso, fiz uma lista com muitos motivos para convencer vocês a visitar a Emilia-Romagna. Se vocês estiverem planejando uma viagem para Italia, principalmente se estiverem na Toscana que é tão pertinho, recomendo muito incluir alguns desses lugares no caminho!

15 motivos para visitar a Emilia-Romagna

1- O famoso Queijo Parmigiano (parmesão) é original dessa região. A produção do original Parmigiano-Reggiano é das cidades de Parma e Reggio Emilia. Visitamos a produção do queijo e, óbvio, comemos vários durante a semana. Ele é realmente muito bom!

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2- Os trens são muito baratos. Por menos de 10 euros você vai de um lugar para o outro e conhece toda a região: Bolonha, Modena, Parma, Ferrara, Rimini, Ravenna e muito mais! É também perto e fácil de ir para Milão, Firenze e o resto da Toscana.

3- O famoso molho a bolonhesa é original de lá também. A cidade de Bolonha faz parte da Emilia-Romagna e é o ponto de referência para ir de um lugar ao outro. Em toda a área ao redor da cidade se come muita pasta com molho bolonhesa! Até fiz uma aula de massas em Bolonha. Imperdível!

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4- Em Ravenna, tem alguns dos mosaicos mais antigos do mundo. Muito lindo!

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5- Tem muitos, mas muitos mesmo, gelatos na cidade. Comi um por dia e achei um melhor que o outro. E aprendi que gelato não pode ser traduzido por sorvete, porque não é a mesma coisa! O gelato é artesanal e o sorvete é industrializado! E o sorbet é o gelato ou o sorvete, mas feito sem leite, apenas com água.

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6- A região da Emilia-Romagna é menos turística que os famosos lugares da Italia: Roma, Milão, Firenze, etc. Então não é tão lotado e é mais fácil de você conhecer a cultura local.

7- Eu amo piadina, um tipo de pão, parecido com o pão sírio, e que pode ser recheado de várias coisas como nutella, presunto de parma, tomate, queijo etc. E lá, se come piadina todo dia, toda hora.

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8- Foi por aqui também que o exército brasileiro participou da Segunda Guerra Mundial. Na região dos Montes Apeninos tem algumas cidades com muita história sobre a guerra e sobre a participação do Brasil. Para quem se interessa pelo assunto, vale a visita.

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9- O balsâmico original é produzido por aqui. Ele fica de 12 a 36 meses em repouso. Visitamos um lugar perto de Modena super interessante para conhecer mais sobre o balsâmico.

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10- Da Emilia-Romagna você tem acesso fácil às duas costas italianas: a do Mar Adriático e a Costa do Mediterrâneo, cada uma com suas particularidades. Dá para ir de carro ou de trem.

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11- Os vinhos Lambrusco (tinto espumante) são dessa região. Eles são excelentes e baratos!

12- Na região de Modena, está Maranello, onde fica um museu impressionante da Ferrari. Imola também é por aqui. Para os fãs de fórmula 1 é um prato cheio!

13- O pequeno país de San Marino fica localizado também dentro da região da Emilia-Romagna. As paisagens são maravilhosas e você ainda ganha um carimbo novo no passaporte!

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14- Ferrara é uma graça. A cidade é histórica, charmosa e cheia de gente andando de bicicleta por todos os lados!

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15- As montanhas Apeninos cruzam a região e permitem que os turistas e locais façam diversos esportes como bicicleta, arborismo, escalada e muitos outros, em uma paisagem linda.

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E ai, convencidos? Eu amei essa viagem e recomendo muito. Aos poucos vou escrevendo mais posts com todos os detalhes de cada lugar que eu visitei! Espero que gostem e se animem a vir para cá!

*essa atividade foi uma cortesia do Blogville, projeto patrocinado pelo Turismo da Emilia-Romagna e seus parceiros.

Coloque a mão na massa, literalmente! Aula de culinária em Bolonha.

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Paraíso da gastronomia, a região da Emilia-Romagna, na Itália é o berço do original queijo parmesão, da deliciosa massa à bolonhesa, de balsâmicos maravilhosos e de gelatos, melhores ainda!

Em maio de 2014, fui convidada a visitar a região e foi uma das melhores viagens que já fiz. Hoje, vou escrever sobre uma das incríveis experiências gastronômicas que tive: uma aula de culinária que fizemos perto de Bolonha. Para quem está por ali, é um programa imperdível. É diferente, super cultural, divertido e, óbvio, acaba na mesa! Mesmo para quem está viajando por Firenze ou outros lugares da Toscana, recomendo essa esticadinha na viagem para conhecer essa região gastronômica. É super perto, somente 20 minutos de trem.

Fiz a aula em um lugar espetacular chamado Podere San Giuliano, uma casa linda que foi transformada pelos seus fundadores em um restaurante e espaço para aulas de culinária.

Fui com meus dois amigos bloggers russos que estavam dividindo apartamento comigo. Chegamos por volta das 17:30, nos juntamos a um grupo de 10 alemães e logo começamos a por a mão na massa, literalmente!

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O plano era fazer duas massas: tortellini (similar ao cappelleti) com recheio de carne e o tagliatelle a bolognese.

Na primeira parta da aula, eles nos levaram para conhecer a cozinha e mostraram como fazer o recheio do tortellini. Como a cozinha era relativamente pequena, ficamos observado enquanto eles mesmo preparavam o recheio. Foi bem rápido, já que estava parcialmente pronto quando chegamos.

Depois, seguimos para a parte externa, onde realmente íamos ter a aula de massas. Todos nós ficamos ao redor de uma mesa grande e ganhamos um avental e os ingredientes para começar a preparar a massa.

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Passo a passo para fazer a sua massa em casa

Para começar fizemos um montinho de farinha em cima da bancada. Com a mão, abri um buraco no meio do montinho e quebrei os dois ovos dentro dele. Com um garfo, joguei a farinha que estava ao redor dos ovos por cima deles, até cobrir todo o ovo. Quando ele estava todo coberto de farinha, começamos a amassar até que ficasse uma bola de massa.

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O próximo passo era cobrir essa bola com um plástico e aguardar que ela se unificasse. Depois, tiramos o plástico e, com um rolo na mão, fomos esticando a massa até que ela ficasse bem fina. Ficou como se fosse uma massa de pizza, mas bem esticada! Esse é o grande segredo para a massa ficar boa (e bonita!).

Essa massa foi novamente enrolada bem fininha, até que ficasse como um rolinho. E assim, cortamos em tiras para virar o tagliatelle.

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Para fazer o tortellini, o preparo da massa é igual. A diferença é que em vez de enrolar a massa em tubinhos, cortamos em quadrados e depois colocamos o recheio. Aliás, a essência de quase todos os tipos de massa é a mesma. Somente muda a maneira como você corta, dobra, amassa.

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A parte mais dificil foi dobrar para ficar com esse formato abaixo. Claro, que com a minha super coordenação motora era fácil identificar os que eu fiz, eles eram bem menores e bem mais tortos que os dos outros!

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Com as massas prontas, eles levaram ao forno, enquanto nós tomávamos um vinhozinho e esperávamos o resultado final! A chef de cozinha que preparou os molhos de tomate e bolonhesa, nos trouxe já prontos.

Sentamos todos à mesa e aproveitamos uma belíssima e típica refeição de Bolonha, com muita comida, muito vinho e muita risada.

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Por volta das 21:00, o evento tinha terminado e voltamos para o hotel. Amei participar dessa aula de culinária porque eu que não sou nada boa na cozinha (fora para comer, que eu sou super talentosa!) aprendi a fazer um prato especial, me diverti e aprendi muito sobre como os italianos valorizam os ingredientes e a gastronomia local.

Informações sobre a aula de culinária em Bolonha

Local: Podere San Giuliano

Endereço: Via Galletta, 3

San Lazzaro di S. (BO)

Telefone: +39 516251141

Site: http://www.poderesangiuliano.it/

Para reservar, recomendo ligar em vez de fazer pelo site.

Vai para Bolonha? Clique aqui para ver os hotéis do Booking.com na cidade.

*essa atividade foi uma cortesia do Blogville, projeto patrocinado pelo Turismo da Emilia-Romagna e seus parceiros.

Aula de culinária italiana em Bolonha, na Italia

O post de hoje é sobre uma das experiências mais legais que tive na minha viagem para a Emilia-Romagna, na Italia: a aula de culinária italiana. Essa região da Italia é bem famosa pela gastronomia, então, não tinha jeito melhor para eu me envolver com a cultura local!

Fiz a aula em um lugar espetacular chamado Podere San Giuliano, uma casa linda que foi transformada pelos seus fundadores em um restaurante e espaço para aulas de culinária.

Cheguei com meus dois amigos bloggers russos por volta das 17:30. Nos juntamos a um grupo de uns 10 alemães e começamos a por a mão na massa, literalmente!

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O plano era fazer duas massas: tortellini (similar ao cappelleti) com recheio de carne e o tagliatelle a bolognese.

Na primeira parta da aula, eles nos levaram para conhecer a cozinha e mostraram como fazer o recheio do tortellini. Como a cozinha era relativamente pequena, ficamos observado enquanto eles mesmo preparavam o recheio. Foi bem rápido, já que estava parcialmente pronto quando chegamos.

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Depois, seguimos para a parte externa, onde realmente íamos ter a aula de massas. Todos nós ficamos ao redor de uma mesa grande e ganhamos um avental e os ingredientes para começar a preparar a massa.

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Passo a passo para fazer a sua massa em casa

Para começar fizemos um montinho de farinha em cima da bancada. Com a mão, abri um buraco no meio do montinho e quebrei os dois ovos dentro dele. Com um garfo, joguei a farinha que estava ao redor dos ovos por cima deles, até cobrir todo o ovo. Quando ele estava todo coberto de farinha, começamos a amassar até que ficasse uma bola de massa.

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O próximo passo era cobrir essa bola com um plástico e aguardar que ela se unificasse. Depois, com um rolo na mão, fomos esticando a massa até que ela ficasse bem fina. Ficou como se fosse uma massa de pizza, mas bem esticada! Essa massa foi novamente enrolada bem fininha, até que ficasse como um rolinho. E assim, cortamos em tiras para virar o tagliatelle.

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Para fazer o tortellini, o preparo da massa é igual. A diferença é que em vez de enrolar a massa em tubinhos, cortamos em quadrados e depois colocamos o recheio.

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A parte mais dificil foi dobrar para ficar com esse formato abaixo. Claro, que com a minha super coordenação motora era fácil identificar os que eu fiz, eles eram bem menores e bem mais tortos que os outros, rs.

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Com as massas prontas, eles levaram ao forno, enquanto nós tomávamos um vinhozinho e esperávamos o resultado final! A chef de cozinha que preparou os molhos, de tomate e bolonhesa, e nos trouxe já prontos.

Sentamos todos à mesa e aproveitamos uma belíssima e típica refeição de Bolonha, com muita comida, muito vinho e muita risada.

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Por volta das 21:00, o evento tinha terminado e voltamos para o hotel. Amei participar dessa aula de culinária porque eu que não sou nada boa na cozinha (fora para comer, que eu sou super talentosa!), então, aprendi a fazer um prato especial, me diverti e aprendi muito sobre como os italianos valorizam os ingredientes e a gastronomia local. Super recomendo esse programa para quem estiver na região (Bolonha, Módena, Parma, etc)!

Vai para Bolonha? Clique aqui para ver os hotéis do Booking.com na cidade.

Fica a dica!

*essa atividade foi uma cortesia do Blogville, projeto patrocinado pelo Turismo da Emilia-Romagna e seus parceiros.

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Sobre janelas e bicicletas

Quanto mais a gente viaja, mais desenvolve a capacidade de olhar para os lados e perceber detalhes. Eu não sou uma pessoas detalhista, mas desde que comecei o blog, reparo muito mais em cada parte da viagem. Cada olhar, as roupas, o jeito como as pessoas pronunciam as palavras, a arquitetura ao meu redor.

Parece que cada lugar que olho sai do cenário e se destaca aos meus olhos. Desde que fiz aulas de fotografia também comecei a prestar mais atenção nos ângulos, formas e padrões. Uma mesma foto fica muito mais interessante quando vista por um ângulo que não é o que estamos acostumados. Experimente subir na cadeira ou deitar no chão para tirar uma foto. Ela passa a ter uma nova perspectiva que desperta a curiosidade de quem a vê. Listras, arcos, cores, luz, reflexos, sombras, tudo isso que antes me passava despercebido, hoje parece tão óbvio na minha paisagem. Chegar muito perto dos objetos deixa as imagens abstratas e, às vezes, até irreconhecíveis.

Estou falando tudo isso porque em maio estive na Italia, para uma viagem chamada Blogville que era de imersão cultural na região da Emilia-Romagna, onde está Bolonha, Parma, Ferrara, Modena e diversas outras cidadezinhas especiais! Nessa viagem, que eu fui sozinha, eu me envolvi muito mais com as cidades e com a cultura local do que na maioria das outras viagens que eu fiz.

Claro, que essa era a proposta do Programa Blogville, então as atividades organizadas facilitaram o processo. Mas, o que realmente fez a diferença foi viajar de mente aberta, sem preocupações, sem pré-julgamentos, sem roteiros muito fixos. Assim, eu andava pela cidade e prestava atenção em tudo. Comecei a reparar na quantidade de pessoas que andavam de bicicleta na região. Elas estão estacionadas por todos os lados.

Reparei também nas janelas. E quantas janelas! As janelas contam histórias. Você já parou para observar janelas? Olhando para elas eu ficava imaginando quem morava ali, há quanto tempo, o que cada pessoa tinha vivido. Algumas bem cuidadas, recém pintadas e com flores. Outras descascando, caindo aos pedaços.

Experimente viajar olhando cada detalhe. Viva o momento com intensidade. Não pense no próximo compromisso.

E assim, perambulando por ali, nas ruas italianas, resolvi tirar fotos de janelas e bicicletas. E aí, tudo ficou ainda mais interessante.

Ah, como eu amo a Italia!

Algumas das janelas e bicicletas que cruzaram o meu caminho

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O que fazer em Bolonha, na Itália

Bolonha é uma cidade que fica a 20 minutos de trem de Florença e a 1 hora de trem de Milão, portanto, extremamente bem localizada. Os brasileiros não tem o costume de visitar essa cidade, mas ela fica bem perto de diversas cidades da Toscana e vale a visita.

A cidade é universitária, cheia de vida e de cultura. Com milhares de arcos espalhados por toda a cidade, ela é charmosa e toda de uma cor só (terracota, meio alaranjada). As opções gastronômicas de Bolonha são inúmeras: existem muitas trattorias, gelaterias e lojinhas gourmet espalhas por todo o centro histórico.

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Eu fui para Bolonha, pelo Blog Ville. Para quem não sabe o que é, dê uma olhadinha nesse post aqui. Fiquei hospedada 7 dias em Bolonha e de lá viajava para as cidadezinhas ao redor (que aliás, são lindas também!): Ferrara, Parma, São Marino, Rimini, Ravenna e Modena.

Fiz uma lista das principais coisas para fazer (e comer!) em Bolonha! Espero que os inspire a visitar essa cidade tão incrível.

O que fazer em Bolonha

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1- Torre de Garisenda e Asinelli

Sugiro começar a visita de Bolonha pelas duas torres: Garisenda e degli Asinelli (com 498 degraus!). Elas são localizadas bem no centro histórico de lá de cima você consegue entender a arquitetura da cidade. As principais ruas de Bolonha (Strada Maggiore, Via Castiglione, Via San Vitale, Via Zambone) saem em diagonal da praça onde estão as torres, no centro, em direção à periferia. Do alto das torres você consegue ver quase a cidade inteira e é possível perceber como ela é toda de uma cor só.

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2- Piazza Maggiore e Piazza Netuno

A Piazza Maggiore é a praça central da cidade de Bolonha. Lá, ou melhor, logo ao lado dela, é onde fica a Piazza Netuno e a Fontana Netuno, uma famosa fonte que dizem que traz sorte.

É nessa praça  também que fica a Biblioteca Salaborsa, uma biblioteca lindíssima. No fundo dela, dá para ver escavações e restos da estrutura antiga.

Na Piazza Maggiore fica a Basílica da San Petronio, uma igreja enorme, que começou a ser construída no ano de 1390 (e até hoje não terminaram a fachada).

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3- Piazza Santo Stefano

É uma praça triangular bem charmosa. Nela fica a Basilica Santo Stefano, uma igreja super antiga que foi fundada pelos primeiros cristãos. Na verdade é um complexo de diversas igrejas que foram construídas uma ao lado da outra com um jardim no meio. Parece que as igrejas são de tempos diferentes, então, acredito que tenham não tenham sido construídas ao mesmo tempo, nem no mesmo período.

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Um pouco mais pra frente em direção ao centro, tem dois lugares que me recomendaram para tomar café-da-manhã. Na verdade eu não consegui ir, então, deixo aqui as palavras da minha prima, Thaís, com as dicas:

“O mais tradicional, frequentado pelos bolonheses é a Pasticceria Santo Stefano. O lance é comer de pé e disputar um pedacinho do balcão. Não deixe de tomar o sempre maravilhoso capuccino, o corneto cereali (como eles chamam o croissant) e o suco de laranja vermelha. Um pouco mais para frente, é a Colazione da Bianca, um lugar super charmoso para tomar café da manhã sentado (ou cafezinho à tarde).”

4- Caminhar pelas ruas de lojinhas e mercadinhos

Saindo da Piazza Santo Stefano e andando em direção ao centro, você chega nas Vias Caprarie, Clavature, Calzolerie, que são ruas ótimas para passear a pé. Lá você pode comprar queijos, massas frescas, vinho, frutas, além de passar por várias lojas de roupa e objetos. Para comprar massa fresca muito bom, sugiro o Paolo Atti, um mercadinho incrível por ali (Via Caprarie, 7).

É por ali também que fica a livraria Coop, acoplada com o Eataly, um restaurante + mercadinho italiano. Na verdade ele é um mini Eataly de Nova York (mas foi criado antes dele) e tem bem menos produtos e não tem os restaurantes, mas ainda assim, é bem legal!

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Na Via Pescherie Vecchie também é uma delícia de passear, ela é cheia de mercadinhos!

Na Via Calavature, 9, tem uma loja Stefanel, loja de roupas modernas e estilosas que eu adoro! Claro que eu fiz umas comprinhas quando passei por ali.

Passando pela Piazza Maggiore, você encontra as lojas do comércio internacional nas Vias Ugo Bassi, Via Rizolli, Via dell’Independenza. Na Via Ugo Bassi tem um café chamado Gamberini que é incrível. Eu pedi várias miniaturas de sanduíches, docinhos e salgados. Era um melhor que o outro. O café de lá também é especial.

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Vale também dar uma passadinha na Via Farini para ver lojas mais chiques.

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6- Os arcos de Bolonha

Essa parte não é em um lugar específico, mas sim por todo o centro da cidade. Ela é cheia de corredores cobertos com arcos de diversos formatos. Não deixem de observar!

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7- Aperitivo nos bares e restaurantes da cidade

Diversas regiões da Itália oferecem um happy hour, que eles chamam de aperitivo. Funciona em geral das 17:00 as 19:00 e você paga pela bebida e a comida é de graça. Eles deixam um balcão cheio de aperitivos e você pode pegar a vontade. Andando pelas ruas você vai ver quais bares e restaurantes tem essa proposta.

8- Universidade do Gelato (Carpigiani Gelato University)

Fugindo do centro histórico (não dá para ir a pé), está a Universidade Carpigiani, especializada no autêntico gelato italiano. Ela é focada para quem realmente quer aprender sobre o business de gelato, ou seja, abrir uma sorveteria. Eles oferecem cursos longos para quem quer se aprofundar no tema. Os cursos variam desde aulas sobre o mercado de sorvetes até como preparar o seu próprio gelato.

Para quem não quer ir tão a fundo, ainda assim vale a visita. Nós fomos visitar o museu do gelato, que fica dentro da Universidade para aprender mais sobre a história do sorvete e ver a evolução das máquinas. Depois tivemos um curso rápido de como preparar o nosso próprio gelato (claro que usando a máquina é muito fácil!) e, por fim, degustamos o sorvete que nós mesmos fizemos. Quando nós chegamos, a receita já estava pronta, então, praticamente o nosso papel foi colocar na máquina, rs. Mas o pessoal do blog 360 meridianos que já fez esse passeio, aprendeu a receita em mais detalhes e colocou aqui nesse post – para quem quiser fazer gelato em casa e sem máquinas especiais!

Sabe a diferença entre gelato, sorvete e sorbet? Dá uma olhadinha nesse outro post que eu fiz sobre as curiosidades da culinária italiana que lá eu conto!

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Onde se hospedar em Bolonha?

Minha sugestão é ficar no Centro Histórico. De lá, dá para fazer tudo a pé e conhecer boa parte da cidade. Para ver algumas sugestões de hotel em Bolonha, clique aqui.

Outras sugestões

Algumas dicas que minha prima que morou em Bolonha me deu mas que eu não consegui ir. Fica aqui como um teaser para quando eu voltar para lá!

– De noite, não deixe de ir na Osteria del Sole (Vicolo Ranocchi) para tomar um prosecco ou taça de vinho. É animadíssimo e cada um leva sua própria comida!

– Bar  Zerocinquantino, na Via Pescherie, que é badaladinho, e um ótimo lugar para uma taça de vinho e petisco

– Bar La Tete

– Bar Take Five – para ouvir um bom jazz. A dona, Nilza,  é baiana e faz moqueca!

– Outro bom bar para ouvir jazz – Bravo caffe, na Via Masarella.

Espero que esse post tenha convencido que Bolonha vale a visita!

Para ver todos os meus posts da Emilia-Romagna, clique aqui.

Para ver todos os posts da Italia, clique aqui.

Fiz essa viagem à Bolonha a convite do Programa Blog Ville e todas as minhas despesas foram pagas pelo Turismo da Emilia-Romagna e seus parceiros.

Fica a dica!

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O que fazer nas pequenas cidades dos Montes Apeninos, na Italia

Quando a gente pensa em viajar para a Italia, normalmente lembra dos museus de arte, igrejas e, claro, gastronomia! Mas, alguns cantinhos especiais da Italia, tem coisas que nem imaginamos. No alto dos Montes Apeninos, na região da Emilia-Romagna, existem pequenas cidades onde você pode andar de bicicleta, explorar os esportes de aventura e, curiosamente, saber mais sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial.

No meu primeiro dia na região, como parte do programa Blogville, eu fui às cidades de Montese e Zocca, nos Montes Apeninos. Não esperava um dia tão diferente.

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Como chegar nos Montes Apeninos:

Peguei um trem regional de Bolonha para Vignola. O trem sai a cada hora e o primeiro deles é as 7:15 am.

Ele demora uma hora para chegar porque o trem é regional e faz diversas paradas no caminho.

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Tour de bicicleta nos Montes Apeninos

Chegando em Vignola, o Roberto, guia da região, foi me buscar de van e fomos até o Parco Regionale dei Sassi di Roccamalatina, um parque no alto das montanhas com uma vista lindíssima.

O Roberto tem uma empresa chamada Esploraria que organiza atividades outdoor como rapel e arborismo. Mas o grande sucesso da Esploraria são os almoços e jantares em cima da árvore. Eles organizam para crianças e adultos, e todos adoram! A comida servida é toda quilometro zero, como ele diz! Significa que são produtos da região, que não precisaram rodar nenhum quilometro para chegar até ali (adorei o conceito!). Como eu estava lá só durante a manhã, não tive a chance de comer na árvore, mas parece que é muito legal! Ok, fica para uma próxima vez!

Pegamos as bicicletas e fomos explorar a região. Eu que não sou nenhuma atleta penei bastante para fazer o tour, mas a paisagem é linda e vale a pena! Para quem tem mais resistência física, o Roberto faz diferentes tours com mais elevações e mais longos.

O meu tour foi nivel básico! Então, só demos uma volta pelas montanhas e fomos visitar a pedra do Sasso della croce, uma pedra com vista das montanhas e que tem uma cruz em cima.

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No caminho visitamos também diversos burgos, que são vilas medievais bem pequenas, espalhadas pelas montanhas.

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Onde almoçar nos Montes Apeninos

Depois do tour de bicicleta, fomos almoçar em um restaurante local muito bom chamado Chiosco La Quiete. Eles prepararam de entrada um “pinzimonio” que na prática são legumes para comer com balsâmico. Depois chegou a vez de comer “crescentine tipiche” que são massas redondas e finas, que parecem mini pão sirio, e são servidas com presunto de parma (incrível) e diferentes tipos de queijo. De sobremesa, um bolo de chocolate muito bom! Todos ingredientes bem típicos da região.

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Participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial

Depois do almoço devolvemos as bicicletas e um outro guia me levou para visitar a fortaleza e o Museu da Segunda Guerra Mundial, em Montese. Foi nessa parte da Italia que os soldados brasileiros lutaram durante a Segunda Guerra. A história deles nas Batalhas de Montese, Monte Castelo e Belvedere, entre outras, está toda registrada nesse museu. Para quem se lembra da aula de história, é ali que fica a Linha Gótica, onde os brasileiros enfrentaram os aliados.

Lembro vagamente de, na escola, ouvir falar da participação do Brasil na guerra. E sinceramente no contexto todo, somos quase nada. Mas, para esse povo, nessa região, a participação dos brasileiros foi muito relevante. Foram 25 mil soldados que lutaram contra os alemães e liberaram das forças aliadas as cidades de Montese e outros povoados ao redor.

Eu tive o prazer de conhecer o Miguel Pereira, que faz parte da coordenação dos museus e monumentos da participação do Brasil na região e é filho de um dos soldados que lutou na guerra. Foi muito interessante ouvir as histórias dele, pois ele conta com apego e emoção a história de brasileiros que deram a sua vida para liberar aqueles povoados.

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Existem algumas empresas locais que organizam tours pelas trincheiras onde os soldados ficavam durante a guerra. Infelizmente não tive tempo de conhecer, mas me pareceu uma ideia bem interessante.

No final do dia, passamos por Zocca, uma outra cidadezinha nas montanhas, que é onde fica a casa do cantor Vasco Rossi (que eu adoro!). A rua dele é toda grafitada e colorida. Para quem não conhece o Vasco Rossi, recomendo baixar algumas músicas!

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De lá, voltei para a estação de trem e fui dormir em Bolonha, o meu ponto fixo da semana no Blogville.

Vai para os Apeninos? Veja aqui algumas sugestões de onde se hospedar na região.

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6 curiosidades sobre a gastronomia italiana

Nessa minha viagem para a região da Emilia-Romagna eu conheci bastante da gastronomia da região e aprendi algumas curiosidades interessantes que eu não sabia. Por exemplo, você sabe a diferença entre sorvete, gelato e sorbet (de acordo com os italianos!)? E que ricota não é um queijo?

Esses aprendizados me fizeram ficar ainda mais curiosa sobre a gastronomia da região. Por isso, eu e o querido casal russo que viajou comigo, a cada visita na produção de queijo parmesão, nas aulas de culinárias, ou mesmo nos restaurantes, fazíamos milhões de perguntas. E assim, fomos aprendendo coisas diferentes sobre a gastronomia italiana.

Fiz uma listinha para vocês com aquelas que achei mais interessantes!

6 curiosidades sobre a gastronomia italiana

1- Diferença entre sorvete, gelato e sorbet:

Sorbet – é feito sem leite, a base de água

Sorvete – é feito com leite

Gelato – é o artesanal, não industrializado, é o sorvete fresco, que dura apenas alguns dias, que não pode ser congelado. É diferente do industrializado que possui conservantes e pode ficar bastante tempo no freezer.

E ai me pergunto, então todas essas lojinhas de gelatos espalhadas pelas ruas da Italia são artesanais? Sim, é o que eles dizem!

gastronomia-italiana-gelato

2- Você sabia que a ricota não é um tipo de queijo?

A ricota não é um tipo de queijo como a mussarella, parmesão, provolone, etc. Ela não é feita a partir do leite como os outros queijos, mas sim, com o soro que é parte da produção de algum outro queijo. Ou seja, ela pode ser feita com o soro da produção de parmesão ou de diversos outros queijos, por exemplo. Ela é um derivado do processo dos queijos. Por ser feita com esse soro e não com leite, ela é fresca e tem baixo teor de gordura.

gastronomia-italiana-ricotta

3- Você sabia que os italianos (pelo menos os da região da Emilia-Romagna) não comem espaguete a bolonhesa?

Eles dizem que não combina e que o bolonhesa é ideal para ser comido com o tagliatelle e pode até ser usado com algumas outras massas, mas nunca com espaguete. Sem explicações técnicas, rs, é simplesmente porque não combina mesmo!

gastronomia-italiana-bolognesa

4- Sabe quanto tempo um balsâmico bom, de qualidade, deve ficar em repouso antes de ser consumido?

No mínimo 6 anos. Mas, idealmente 25 anos! Eu fiz degustação dos balsâmicos que compramos normalmente no supermercado (que tem menos de 6 anos), e comparei com os de 6, 12 e 25 anos. É impressionante a diferença! E olha que eu não tenho um paladar muito apurado… O de 25 anos é muito mais cremoso e menos azedo.

gastronomia-italiana-balsamico

5- E o queijo parmesão, sabem porque tem esse nome?

O nome dele original, em italiano, é Parmigiano-Reggiano,  porque ele é exclusivo da região de Parma e Reggio-Emilia (e algumas cidadezinhas em volta). Quando você vê por ai queijo parmigiano que não é produzido em Parma ou região, ele não é o verdadeiro Parmigiano. Há alguns quilômetros de Parma, tem uma planicie chamada Pianura Padana. Nessa região, eles produzem um queijo muito similar ao Parmesão, que é o Grana-Padano. Mas, apesar de muito parecidos, cada um tem sua denominação, porque o nome do queijo é atrelado à região onde ele é produzido.

6- Quando fazemos alguma aula de culinária ou lemos alguma receita italiana, muitas vezes elas usam vinho branco ou tinto como ingredientes. A gente segue à risca imaginando que tem que ser com o tipo de vinho indicado na receita, mas, aprendi que usar vinho branco ou tinto depende muito mais da região onde ele está sendo feito do que do sabor que ele dá a comida. Ou seja, a mesma receita para o molho da massa pode ser feita com vinho tinto ou branco, depende do vinho típico daquela região!

Enfim, foram vários aprendizados na minha semana gastronômica na Italia! Gostaram?

Se quiserem compartilhar outras curiosidades sobre a gastronomia italiana, deixem um comentário abaixo!

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15 motivos para visitar a região da Emilia-Romagna, na Italia

A Emilia-Romagna é uma ótima opção para quem gosta de cultura e gastronomia. São tantas razões para vir para cá que fica dificil listar só algumas!

Para quem está acompanhando a minha viagem pela Italia pelo instagram sabe que eu estou passando a semana na Emilia-Romagna, pelo programa Blog Ville. Para quem não acompanhou, dá uma olhadinha aqui nesse post que eu conto o que é!

Nessa semana incrível, onde eu aprendi sobre a gastronomia e cultura local, fui para lugares históricos, comi bastante e conheci muita gente interessante, eu consegui também formar uma opinião sobre essa região especial da Italia. Por isso, fiz uma lista com muitos motivos para convencer vocês a visitar a Emilia-Romagna. Se vocês estiverem planejando uma viagem para Italia, recomendo muito incluir alguns desses lugares no caminho! Em breve, vou fazer os posts no blog com mais detalhes de cada lugar que passei.

 15 motivos para visitar a Emilia-Romagna

1- O famoso queijo Parmigiano é original dessa região. A produção do original Parmigiano-Regiano é de Parma e Reggio Emilia. Visitamos a produção do queijo e, óbvio, comemos vários durante essa semana. Ele é realmente muito bom!

emilia-romagna-parmiggiano-reggiano

2- Os trens por aqui são muito baratos. Por menos de 10 euros você vai de um lugar para o outro e conhece toda a região: Bolonha, Modena, Parma, Ferrara, Rimini, Ravenna e muito mais! É também perto e fácil de ir para Milão, Firenze e o resto da Toscana

3- O famoso molho a bolonhesa é original daqui também. A cidade de Bolonha faz parte da Emilia-Romagna e é o ponto de referência para ir de um lugar ao outro. Em toda a área ao redor da cidade se come muita pasta com molho bolonhesa! Até fiz uma aula por aqui. Em breve conto mais detalhes sobre ela!

emilia-romagna-bolonhesa

4- Em Ravenna, tem alguns dos mosaicos mais antigos do mundo. Muito lindo!

emilia-romagna-mosaico

5- Tem muitos, mas muitos mesmo gelatos na cidade. Comi um por dia e achei um melhor que o outro. E aprendi que gelato não pode ser traduzido por sorvete, porque não é a mesma coisa! Logo mais vou escrever um post sobre as curiosidades gastronômicas que aprendi por aqui.

emilia-romagna-gelato-sorvete

6- A região da Emilia-Romagna é menos turística que os famosos lugares da Italia: Roma, Milão, Firenze, etc. Então não é tão lotado e é mais fácil de você conhecer a cultura local.

7- Eu amo piadina, um tipo de pão, parecido com o pão sírio, e que pode ser recheado de várias coisas como nutella, presunto de parma, tomate, queijo etc. E aqui, se come piadina todo dia, toda hora.

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8- Foi por aqui também que o exército brasileiro participou da Segunda Guerra Mundial. Na região dos Montes Apeninos tem algumas cidades com muita história sobre a guerra e sobre a participação do Brasil. Para quem se interessa pelo assunto, vale a visita.

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9- O balsâmico é produzido por aqui. Ele fica de 12 a 36 meses em repouso. Visitamos um lugar perto de Modena super interessante para conhecer mais sobre o balsâmico.

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10- Da Emilia-Romagna você tem acesso fácil às duas costas italianas: a do Mar Adriático e a Costa do Mediterrâneo, cada uma com suas particularidades. Dá para ir de carro ou de trem.

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11- Os vinhos Lambrusco (tinto espumante) são dessa região. Eles são excelentes e baratos!

12- Na região de Modena, está Maranello, onde fica um museu impressionante da Ferrari. Imola também é por aqui. Para os fãs de fórmula 1 é um prato cheio!

13- O pequenos país de San Marino, fica localizado também dentro da região da Emilia-Romagna. As paisagens são maravilhosas e você ainda ganha um carimbo novo no passaporte!

emilia-romagna-san-marino

14- Ferrara é uma graça. A cidade é histórica, charmosa, e cheia de gente andando de bicicleta por todos os lados!

emilia-romagna-ferrara

15- As montanhas Apeninos cruzam a região e permitem que os turistas e locais façam diversos esportes como bicicleta, arborismo, escalada e muitos outros, em uma paisagem linda.

emilia-romagna-bike

E ai, convencidos? Eu estou amando essa viagem e recomendo muito. Aos poucos vou escrevendo mais posts com todos os detalhes de cada lugar que eu visitei! Espero que gostem e se animem a vir para cá!

Fica a dica!

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Mais uma viagem a caminho: Emilia Romagna, Italia

Estou muito feliz em poder dividir com vocês que amanhã embarco para mais uma viagem incrível. Eu vou passar uma semana na Italia, na região da Emilia Romagna, visitando Bolonha, Modena, Ferrara, Rimini, San Marino, entre outras cidadezinhas por ali.

Mapa Emilia Romagna

Eu amo a Italia porque meus avós maternos são de lá e porque a cultura italiana é uma parte importante da minha identidade. Achei que conhecia bastante da Italia, pois já passei pelos principais lugares como Verona, Roma, Florença, Costa Amalfitana, Milão, Veneza e Sicilia. Por isso, achei que não voltaria tão cedo para lá, mas, não é que as oportunidades aparecem quando a gente menos imagina? Lá vou eu de novo, mas dessa vez, para uma parte que ainda não conheço: a Emilia Romagna!

A Emilia Romagna é uma região que fica entre Milão e Florença, e não é tão explorada pelos turistas. O pessoal de turismo de lá faz um evento anual (esse vai ser o terceiro ano), chamado #Blogville, para blogueiros do mundo inteiro que querem conhecer a área e contar o que viram por ali.

Mapa Emilia Romagna

Eles disponibilizam um apartamento com 3 quartos e ajudam a organizar todas as atividades para quem quer explorar a região e passar uma semana vivendo como local! O lema da viagem é “Experience the Italian Dolce Vita: eat, feel and live like a local in Italy”.

Logo depois que me inscrevi e fui aprovada para participar do Blogville, recebi um email perguntando o que eu mais gosto de fazer em viagens, para que eles pudessem planejar minhas atividades. Não preciso nem dizer que eu vou passar praticamente a semana inteira comendo, ne?! Me programei para fazer degustação de vinho, azeite e balsâmico e aula de culinária e de sorvete! Além da parte gastronômica, vou visitar alguns museus e fazer tour de bicicleta e atividades culturais também!

Na verdade, essa viagem começa na próxima segunda, dia 19 de maio. Eu embarco amanhã, e vou passar o final de semana em Londres, visitando uma amiga querida antes de ir para Italia. De lá sigo para o Blog Ville, o que vai ser uma semana intensa, mas divertida!

Quero convidar todos vocês a viajar comigo, acompanhando as fotos e relatos dessa viagem pelo instagram, facebook e próximos posts!

A presto!

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