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Viajar sozinha pela Ásia – Entrevista com Isadora Coelho

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Eu estou num momento de autoconhecimento, de mudar de profissão, de me redescobrir. Por isso, toda semana tenho marcado cafés com pessoas inspiradoras. Em um desses cafés reencontrei uma amiga, a Isadora, uma pessoa que irradia alegria e boas energias. Ela estava partindo para a Ásia para viajar sozinha por diversos países da região!

Agora que a viagem está quase acabando, pedi para ela escrever um post para o Xplora contando um pouco da viagem e das motivações que a levaram a viajar sozinha e explorar a Ásia. Espero que gostem!

Entrevista com Isadora Coelho

P: Por que você decidiu fazer essa viagem para a Ásia e por que sozinha?

I: São muitos aspectos envolvidos nessa decisão. Mas, eu diria que o principal motivo para a viajar sozinha pela Ásia foi minha vontade de crescer, explorar e aumentar meu auto conhecimento. Estou em um momento de reflexão e muitas mudanças na minha vida. Resolvi dar um break sabático para repensar meu caminho profissional e meus relacionamentos.

Quando decidi fazer essa viagem pensei muito que gostaria que ela fosse uma viagem “contemplativa”, um momento para “lamber minhas feridas”. Mas, como tudo na vida, a viagem está sendo bem diferente do que esperava. Está sendo mais intensa e mais forte (no sentido de descobertas) do que “zen” e tranquila como eu imaginei.

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P: Por quanto tempo você vai viajar? Para quais lugares?

I: No total serão quase 2 meses de viagem. 56 dias para ser exata :)
Lugares visitados:
Tailândia: Bangkok, Phi Phi Island, Ao Nang, Chiang Mai, Chiang Rai, Koh Samui (para um retiro de yoga)
Vietnã: Ho Chi Minh City, Hoi An, Ha Long Bay e Hanoi
Laos: Luang Prabang
Camboja: Siem Reap e Sihanoukville
Cingapura
Dubai

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P: Como você escolheu esse roteiro? Você planejou tudo antes ou está sentindo o que quer fazer ao longo da viagem?

I: Eu busquei muitas dicas online, li trocentos blogs, pedi ajuda em fóruns e montei uma estrutura de roteiro inicial. Mas fui apenas com as duas primeiras semanas da Tailândia programadas, já que estava nesse momento com duas amigas. Daí em diante queria decidir tudo “on the go”. Mudei várias coisas do meu roteiro inicial e apesar de estar insegura antes de sair, foi extremamente fácil fazer isso ao longo da viagem. Aliás, as facilidades para turistas aqui no Sudeste Asiático são impressionantes, assim como a segurança para uma mulher viajando sozinha.

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P: Por que escolheu o Sudeste Asiático para essa viagem?

I: A escolha pela Ásia partiu da minha alma. Quando comecei meu processo terapêutico, alguns vários anos atrás, minha psicóloga pediu que eu levasse uma peça do meu armário por intuição para uma sessão. Levei uma sandália que comprei em Roma e que era um pouco étnica. No nosso processo, ela pediu para que eu fechasse os olhos e visse para onde esse objeto me levaria e ele me levou para os mercados flutuantes asiáticos, provavelmente algum tailandês. Na época não conhecia ninguém que tivesse ido ou que tivesse me contado em detalhes sobre uma experiência dessas, então só posso entender isso como um chamado.

Além disso, tenho uma forte conexão com o Reiki, com as filosofias budistas e hinduístas e queria descobrir mais sobre esse outro mundo, me aprofundar nesse universo.

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P: Quais os prazeres e dificuldades de viajar sozinha?

R: Eu já tinha viajado sozinha antes, mas por curto espaço de tempo. Dessa vez realmente estou vendo os sabores e dissabores desse tipo de aventura. Pelo lado positivo, é muito mais fácil conhecer gente, se conectar com novas culturas e fazer amizades. Além disso, você tem toda a liberdade para fazer tudo no seu timing, do seu jeito e da maneira que mais te agrada.

Pelo lado dos dissabores, tem momentos que você está mais vulnerável e queria ao seu lado seus familiares e amigos amados. Estive doente em lugares que mexeram comigo e acabei não fazendo amizades, me senti muito sozinha e triste nesses dias.

Outro ponto difícil é que você que está decidindo tudo, então, se algo não sai dentro da sua expectativa não tem ninguém a culpar a não ser você mesma. Por isso, tem que se controlar para não ficar muito na nóia e levar os perrengues de uma forma mais tranquila.

Por último, algo que é bom e ruim de viajar sozinha são os momentos de reflexão… é uma oportunidade incrível para se auto observar e avaliar seus pensamentos. Bom por esse lado, mas ruim porque às vezes acaba se deixando levar por um flow de muitos pensamentos já que são muitas e muitas horas consigo mesma no silêncio.

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P: Até agora, o que você mais gostou e menos gostou da viagem?

R: Difícil escolher! Mas diria que o que mais gostei foi da Tailândia (acho que praias paradisíacas perto de Phi Phi, o mercado flutuante e Chiang Mai). Gostei muito também dessa cidadezinha do Vietnã chamada Hoi An. Foram momentos mágicos vividos nesses lugares: muitas cores, cheiros, sensações. Acho que a Ásia é muito sensorial e isso me encanta demais! Esses lugares foram os que mais despertaram todos os meus sentidos. Confesso também que Cingapura com seu luxo, sua segurança e mix de pessoas incríveis e inteligentes também me fez ter vontade de ficar por lá!

O que menos gostei foi de Sihanoukville no Camboja. As praias são suuuuuper sujas, consequência de muita pobreza e de uma história extremamente triste (recente genocidio vivido no país). Ainda que não gostei objetivamente do lugar e de ter sido o que fiquei menos bem acomodada em todos os aspectos, acho que ele representou um momento importante para mim e me fez repensar em muitas coisas do que quero contribuir para o futuro e como quero lidar com a minha sombra. Por isso, não sei se o correto é dizer que não gostei. Foi o lugar que mais me tirou da minha zona de conforto.

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Dicas da Isadora para o Xplora

1. Vistos são super fáceis, mas vale checar e organizar antes de sair do Brasil. Ponto importante: para o Vietnã se você fizer o e-visa, vale pagar a taxa de agilizar a fila e cuidado, pois ele tem uma data de início fechada. Perdi um voo por isso. Ah e na Tailândia é um pouco confusa a chegada, vá direto para o Health Control.

2. Os apps são seus melhores amigos na decisão de viagens feitas em cima da hora. Booking.com (depois de várias reservas você vai se transformar em genius e aí tem 10% em várias acomodações), trip advisor, skyscanner, blinkist para ler resumo de livros, bom e velho Google maps. E aí vale muito a pena comprar chip apenas com internet em todos os destinos. A dureza vai ser se controlar para não ficar o tempo todo conectado, mas a diferença de fuso ajuda nesse sentido.

3. Se puder compre um Kindle, eu quis trazer vários livros e acabei pedindo para minhas amigas levarem de volta da Tailândia, porque o peso é chato de carregar e você acaba ficando com poucas opções sem o Kindle.

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4. Mala ou Mochila: isso foi um dilema para mim e acho que é uma decisão extremamente pessoal e depende do tipo de viagem que você vai querer fazer. Eu senti que estava num meio termo que era difícil definir: não era mochileira, mas também não era do luxo (nas duas primeiras semanas fomos um pouco mais do luxo).

Possivelmente poderia ficar em hostels, mas preferia hotéis, mas tinha ilhas e muitas paradas, então o que fazer?
Bom, decidi por uma mala de 23kg e não me arrependi. Levei mala dura e com um sistema de organização dela que mantive durante toda viagem. Achei que foi fácil demais, como meu armário portátil. Usei muitas lavanderias ao longo da viagem. Levar vários acessórios me ajudou a enjoar menos das roupas. Acho que foi a mala mais bem pensada da minha vida.

Porém não tive espaço para comprar, não queria ficar carregando o peso! Isso pode ser frustrante porque aqui é ótimo comprar, então talvez numa próxima viagem, eu traria ainda menos coisas, tipo 15kg numa mala de 23. Ahh e dá para pagar sua bagagem em todos os voos. Eles são flexíveis nos que já tem bagagem de 20kg inclusos, só paguei excesso 1X e foi baratinho.

5. Entregue-se a diferentes experiências: aula de culinária, passeio em tours de um dia, escaladas, diferentes tipos de comida. Me descobri demais nessa jornada. Fiz o que meu coração estava pedindo em cada momento, fiz até muito nada, o que também foi ótimo.

6. Conversar com pessoas que são diferentes de você: a minha maior descoberta aqui é que tem muuuita gente aventureira no mundo e vivendo um estilo de vida tão livre e ainda assim trabalhando e vivendo bem. Vários digital knowmads por aí… fiquei com muita vontade! Vou achar uma maneira de incentivar ao máximo as pessoas a fazerem um período sabático e enxergarem que tem tantas possibilidades nessa vida. Meu primeiro passo é essa entrevista aqui! Espero ter podido inspirar um pouquinho algumas pessoas 😉
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Como planejar uma viagem para Tailândia, Vietnã, Camboja, Laos

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Planejar uma viagem para a Tailândia, Camboja, Laos e Vietnã não é fácil. São muitos países, muitos lugares para visitar, longas distâncias e diferentes meio de transportes disponíveis. Por isso, muita gente prefere fazer com agência de viagem. Mas, com um pouquinho de paciência e com boas dicas na mão, dá para organizar sozinho e a viagem sai bem mais em conta.

Então, esse post é para dar um passo-a-passo de como planejar essa viagem.

Primeiro passo: Escolher os destinos

A primeira coisa a fazer é definir por quanto tempo você quer viajar. Para fazer o básico: Laos, Camboja, Vietnã e Tailândia, bem feito, vai pelo menos 1 mês. Então, para quem não quer fazer uma viagem tão longa, sugiro quebrar em duas: Laos + Camboja + Vietnã e outra só para a Tailândia.

Ou, para quem, como eu, só tem 3 semanas disponíveis, algumas cidades vão ter que ser eliminadas do roteiro.

As principais cidades que recomendo em cada país são:

1. Vietnã

  • Hanoi (1 dia)
  • Halong Bay (2 dias)
  • SAPA (2 dias)
  • Ho Chi Min (1 dia)

2. Laos

  • Luang Prabang (1,5 dia)

3. Camboja

  • Siem Reap (3 dias)

4. Tailândia

  • Bangkok (4 dias)
  • Chiang Mai (2 dias)
  • Ilhas/Praias: Ko Phi Phi, Phuket, Ko Phangan, Ko Samui, Ko Lipe, Ko Lanta, tem  muitas! Eu escolheria duas ou três e ficaria 1 semana.

Esse é o roteiro com as dicas mais óbvias de lugar. Para quem tem mais tempo, tem muitos outros lugares para explorar. Eu tive que cortar desse roteiro Ho Chi Min e Luang Prabang, só fiz uma ilha na Tailândia (Ko Phangan) e acabei indo para Bali também (mas não recomendo nesse roteiro).

Na minha viagem, o roteiro foi o seguinte:

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Peguei o avião para Bangkok e de lá fui para Hanoi (pin azul escuro). De Hanoi fui para SAPA (pin vermelho), voltei para Hanoi e no dia seguinte fui para Halong Bay (pin azul claro). Voltei para Hanoi e de lá peguei um vôo para Siem Reap (pin amarelo). De Siem Reap fui para Bangkok (pin verde), de lá fui para Bali (fora do mapa) e voltei para Bangkok. De lá, peguei um voo para Chiang Mai (balão vermelho) e depois voltei para Bangkok para ir às ilhas (balões azuis).

Segundo passo: definir a ordem da viagem e os vôos

A ordem dos lugares a serem visitados é importante, principalmente, para otimizar os voos. O grande aeroporto central do Sudeste Asiático é o de Bangkok. Então, o jeito mais fácil e econômico de ir para lá é comprar uma passagem de ida e volta por Bangkok. E de lá, voa para os outros países/cidades.

Alguns pontos relevantes:

Os voos para Luang Prabang são mais caros e mais esporádicos, então é mais difícil de conciliar. Por isso acabei não conseguindo ir.

Para ir para SAPA e para Halong Bay, o melhor jeito é contratar uma agência local que busca no hotel de Hanoi, faz toda a programação e devolve no hotel de Hanoi.

Eu fiz o passeio de SAPA com a Trekking SAPA e a de Halong Bay com a Halong Sapa Tours.

Em SAPA, tem um mercado que só acontece aos domingos, então, vale a pena planejar para estar lá em um domingo.

Para comprar os voos (ida e volta e voos internos), eu usei o site KAYAK.

As principais companhias aéreas para os voos internos são: Air Asia (low cost), Bangkok Airways, Vietnan Airlines, Nok Air (low cost), entre outras. A Nok Air não aparece no Kayak, tem que entrar no site da própria companhia.

Na hora de comprar os voos da Tailândia, é bom confirmar o aeroporto, porque existem dois em Bangkok. A distância entre eles é de mais ou menos 45 minutos.

Também na hora de comprar os voos de ida e volta para as ilhas, é importante lembrar que os aeroportos ficam em Ko Samui, Phuket e Krabi. E que para chegar a essas ilhas, tem que pegar balsa/barco, van, ônibus e pode demorar. Muitas empresas aéreas já vendem o pacote completo, incluindo todos os meios de transporte. Eu comprei só os voos pela internet e vi os outros transportes no hotel de lá.

Terceiro passo: Escolha dos hotéis

Em geral, os hotéis na região são baratos. Muita gente opta por economizar bastante e fica em albergue. Acho que para quem está viajando em casal, não vale a pena o albergue. Para quem está com grupo de amigos, pode ser que valha. Dá para pegar hotéis muito bons com preço entre US$100 e US$150.

Para reservar hotéis na Ásia, me recomendaram usar o Agoda. Mas, geralmente, eu uso o Booking.com.

Clique nos links abaixo para pesquisar hotéis em cada país:

Tailandia

Vietnã

Camboja

Laos

Quarto passo: vistos e vacinas

Tailândia: brasileiros não precisam de visto, mas precisam passar no Health Control para preencher um formulário todas as vezes que entram no país.

Vietnã: tira o visto online por esse site: http://www.myvietnamvisa.com e quando chegar no aeroporto tem que entregar uma foto e pagar uma taxa em dólares

Camboja: tira o visto online por esse site: http://www.evisa-cambodia.com e eles já mandam tudo pronto por email.

Laos: informação nesse site: http://laos.visahq.com

Em alguns desses países eles checaram a vacina de febre amarela. Portanto, na dúvida, é melhor tomar a vacina e levar o comprovante internacional.

Com os vistos na mão, hotéis reservados, e vôos comprados, o próximo passo é escolher o que fazer em cada lugar! Espero que este post tenha sido útil para ajudar a planejar a viagem para o Sudeste Asiático!

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Vale a pena ir para Halong Bay?

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Halong Bay (ou Ha Long Bay) é um dos cartões postais mais famosos do Vietnã. Mas, é um lugar meio contraditório. Enquanto eu planejava minha viagem pelo Sudeste Asiático, estava na dúvida se ia para Halong Bay ou não e pedi dicas para muitas pessoas. Escutei comentários desde “foi o lugar mais incrível que eu já fui” até “não vale a pena de jeito nenhum”.

Agora que eu já fui, entendi um pouco o porquê dessas opiniões tão diferentes. Acho que tem muito a ver com expectativa.

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O que faz as pessoas gostarem de Halong Bay

O lugar é muito bonito. Tem uma paisagem diferente de tudo o que já vi antes. São montanhas de pedras que saem de dentro do mar. A viagem é muito relaxante.

Você fica dentro de um barco, confortável, olhando a paisagem. De tempos em tempos, ele para em algum lugar e você faz passeios de caiaque, visita cavernas, faz várias atividades legais.

Halong Bay é perto de Hanoi, então, não precisa pegar outro vôo, nem cruzar o país para chegar até lá. Então, com poucos dias, você consegue incluir Halong Bay na sua viagem.

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O que faz as pessoas não gostarem de Halong Bay

Dependendo da época do ano que você vai, fica muito cheio. Eu fui em janeiro, que era inverno. E estava relativamente frio (por volta de 15 graus). Tinham alguns barcos turísticos, mas não estava lotado. Parece que no verão fica muito, muito cheio de barcos e acaba atrapalhando bastante a paz do lugar.

Apesar de Halong Bay ser no mar, não é um lugar para pegar praia. O mar é bem bonito e verde, mas a água não é tão limpa. O melhor esquema é tomar sol no barco e sair para fazer os passeios.

Para quem vai para praias paradisíacas na Tailândia antes de Halong Bay, fica meio frustrado. Eu achei muito lindo lá, mas parece que comparado com alguns lugares do país vizinho, perde um pouco a graça. Então, vale a pena ir para Halong Bay antes de ir para a Tailândia.

Enfim, com os prós e contras na cabeça, fica mais fácil decidir se vale a pena ir ou não.

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Minha experiência em Halong Bay

Agora minha opinião: achei que valeu muito a pena! Gostei de ter visto as paisagens, de descansar no barco, de curtir uma parte diferente da viagem.

Eu, geralmente, passo muito mal em barco. Mas, esse barco do Vietnã era bem tranquilo, não balançava muito e fiquei super bem.

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Fiz o passeio com a Indochina Sails e gostei muito da empresa. Eles nos buscaram no hotel de Hanoi, nos levaram de van até o porto de Halong Bay (são mais de 3 horas de viagem), de lá pegamos o barco, passamos 2 noites no barco e depois nos levaram de volta até o aeroporto de Hanoi.

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O barco era bem confortável, tinha mais ou menos 20 quartos. Os quartos eram bons, com cama de casal e banheiro privado. A comida no barco também era boa e o staff foi muito atencioso.

Eles tinham algumas atividades disponíveis no barco. Nós fizemos massagem, aula de tai chi chuan e assistimos um filme a noite.

Nas paradas do barco, fizemos passeios muito legais – com a mesma empresa do nosso barco – que já estavam inclusos no pacote.

O que eu mais gostei foi o passeio de caiaque. O caiaque era para duas pessoas, e nóa ficamos remando em uma paisagem linda e pacífica. Passamos por baixo das pedras e pequenas cavernas.

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Fomos também visitar (de “canoas motorizadas”) um floating market. Adorei! Passamos por diversas casas e mercados sobre a água. O meio de transporte local é o barco e eles vivem da venda de produtos para os turistas da região.

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Visitamos também uma caverna enorme. Muito legal! Mas, essa sim estava bem cheia de turistas.

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Perto da caverna, escalamos um morro, onde dava para ver uma vista linda de Halong Bay. Pena que o dia estava tão nublado…

No último dia, fomos visitar uma “fazenda” de pérolas. É um lugar no mar, onde o pessoal local mostra como criam ostras para gerar as pérolas e como retiram as pérolas de dentro da concha. E óbvio que no final tem uma lojinha!

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Enfim, assim foram os dias em Halong Bay! Na minha opinião, vale a pena visitar! É só acertar as expectativas e curtir!

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O que fazer em Chiang Mai, na Tailandia

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Quer tirar fotos do estilo National Geographic? Prepare a câmera e vá para Chiang Mai. Briga de tigres, elefantes desenhando (sim, desenhando com a tromba!), templo lindo no alto da montanha. Essa foi a minha experiência em Chiang Mai.

Chiang Mai fica é a segunda maior cidade da Tailândia e fica na parte norte do país, relativamente perto de Mianmar e do Laos. É uma região montanhosa e abriga uma população de mais ou menos 1,6 milhões de pessoas. É diferente dos outros lugares que conhecemos na Tailândia: Bangkok, praias e ilhas.

Algumas pessoas vão até lá e ficam decepcionadas com o lugar porque tinham expectativas muito altas. No meu caso, eu não sabia bem o que esperar e adorei, principalmente pelas atividades com os tigres e elefantes, e pelo templo que é muito lindo.

Fiquei apenas 2 dias em Chiang Mai, então, não pude ver tudo o que tem por lá. Então, vou falar só dos lugares em que eu fui!

O que fazer em Chiang Mai

1. Tiger Kingdom

O Tiger Kingdom é um lugar em que você pode interagir com os tigres. Eles têm tigres recém nascidos, pequenos, médios e grandes. Na entrada você pode escolher qual tipo de tigre você quer visitar ou escolher um combo e fazer mais de um.

Você pode ficar até 10 minutos com eles. Eu escolhi o bebê e o adulto. Quando chega a sua vez, você entra no “quintal” do tigre e pode chegar perto, abraçar, fazer o que quiser. Confesso que dá um pouco de medo. Eles estão meio domesticados, mas de vez em quando levantam e saem para briga.

Me dá um pouco de pena porque não sei se eles realmente não usam nenhuma droga para dopar os tigres… Eles dizem que não dão nada. Apenas alimentam muito e deixam eles cansados. Fato é que eles estão dormindo ou relaxados na maior parte do tempo. Mas, ao mesmo tempo, eles interagem, brigam entre si e correm por ali, então, não sei se eles seriam capazes de fazer tudo isso se estivessem dopados mesmo. Custa mais ou menos US$20 por pessoa.

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2. Maesa Elephant Camp

Na primeira parte do passeio, fomos passear de elefante. Cada duas pessoas sentam em um elefante e ele dá uma volta pela fazenda, passando por dentro de um rio. Na segunda parte, nós interagimos com os elefantes. Você pode dar comida para eles, sentar nas patas dele, ser levantado pela tromba ou até ganhar um abraço! Na terceira parte, vimos o show dos elefantes. É impressionante o que eles fazem. Até pintar um quadro o bichinho pintou. De novo, a experiência é demais, mas me dá um pouco de pena de ver os animais tão domados.

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3. Templo Doi Suithep

Construído em 1936, ele é um dos templos mais bonitos da Tailândia. Ele fica no alto da montanha e para chegar lá em cima precisa subir mais de 300 degraus ou pegar o teleférico. Vale muito a pena a visita.

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4. Aula de culinária

Por falta de tempo eu acabei não fazendo uma aula de culinária na Tailândia, mas se você conseguir encaixar no seu itinerário, não deixem de fazer. É parte essencial da cultura local, além de ser super divertido! Em Chiang Mai, recomendo fazer algum desses cursos: Little Shoes – US$47.00 – você escolhe 3 pratos que quer aprender a cozinhar e eles ensinam como preparar os pratos, além de explicar sobre os ingredientes usados. Little Lipstick – US$35.00 – são 3 pratos em 1:30 hr, para quem não tem muita paciência de cozinhar e quer aprender a fazer algo típico, rápido e fácil de replicar. Little Wok – US$68.00 – você visita um mercado local, compra os ingredientes, e depois prepara os pratos. Para saber mais sobre os cursos e fazer sua reserva, clique aqui.

5. Night Market

Assim como em vários outros lugares da Tailândia, Chiang Mai também tem seu mercado noturno. Ele é grande e tem de tudo: comida, roupa, artesanato.

Vai para Chiang Mai? Veja aqui sugestão de mais de 200 hotéis na cidade.

Esse post foi originalmente escrito em 2012. E hoje, em 2016, relendo o post eu queria incluir uma observação: quando eu fui, eu não parei para pensar se o que as pessoas faziam com os animais era apropriado ou não. Achei divertido e que eram programas legais. Hoje, já vejo a situação um pouco diferente. Eu acho que existem lugares onde não abusam tanto dos elefantes e os deixam em um habitat mais natural. Quanto aos tigres, o pessoal de lá jura que não dá nenhum remédio ou nada para amansar os animais, mas eu tenho dúvidas. Achei uma experiência incrível visitar os tigres, por a mão neles e tirar mil fotos. Mas, de novo, não acho que é a melhor coisa para os bichinhos. Então, se eu fosse para lá hoje, eu procuraria me informar melhor sobre como os animais são tratados em cada um dos lugares.

 

Bangkok – o que fazer e onde se hospedar

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Bangkok foi uma das minhas cidades favoritas nessa viagem do Sudeste Asiático. Ela é uma cidade controversa. tem gente que ama e gente que odeia. Eu amei. Me senti em casa por ser uma cidade grande, caótica e que mistura o antigo e o moderno.

Informações Gerais – Bangkok

Bangkok é a capital da Tailândia e sua população é de aproximadamente 8.2 milhões de pessoas. A cidade é a principal porta de entrada e saída do Sudeste Asiático. Para ir a Laos, Camboja e outros lugares da Tailândia, quase sempre a melhor opção é voar por Bangkok.

O clima em janeiro é muito quente. Estava por volta dos 32 graus todos os dias.

Dentro da cidade, a melhor maneira de se movimentar de um lugar para o outro é com o air train (trem que passa pelos principais pontos da cidade), com os tuc tucs (uns mini carros que servem de taxi) ou com os taxis normais.

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As ruas de Bangkok são cheias de lojinhas, camelôs, carrinhos de comida espalhados para todos os lados.

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Fiquei 4 dias em Bangkok e acho que foi um bom tempo. Não consegui fazer tudo o que tinha planejado, mas deu para sentir bem o clima da cidade.

O que fazer em Bangkok

  • Floating Market: é praticamente um bairro inteiro da cidade que fica na água. Como se as ruas fossem rios. E o único meio de transporte são os barcos. As casas e mercados flutuam na água. É muito interessante! Vale a pena visitar.Só tomem cuidado porque existem vários floating markets na cidade e alguns não são tão legais de visitar. Eu fui no Damnoen Saduak e adorei!

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  • Cruzeiro no rio e templos: eu fiz esse passeio em duas partes. De noite fui em um cruzeiro em um barco grande que oferece jantar e você passeia pelo rio, vendo todos os templos iluminados. O outro passeio foi de dia, de ônibus, para visitar visitar alguns dos templos que ficam na beira do rio. Achei bem legal ver os templos de noite, mas na minha opinião, o melhor jeito de fazer o passeio nos templos é pegar um long tail boat e ir pelo rio, parando para visitar aqueles templos que interessarem mais. O passeio que fiz de noite, foi com a empresa Thai Cruise.

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  • Os meus templos favoritos foram o Grand Palace e Wat Prakeaw (Templo do Buda de Esmeralda). Eles ficam no mesmo lugar. O palácio foi construído em 1782 e por muito tempo foi onde moraram os reis e a corte real da Tailândia. Hoje é apenas um local turístico, mas a arquitetura, as cores e os detalhes do templo são impressionantes!

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  • Outro templo que gostei de visitar foi o Wat Arun (Temple of the Dawn ou Templo do Amanhecer) – Vale a pena subir para ver a vista do rio e da cidade.

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  • Wat Pho (Temple of Reclining Buddha ou Tempo do Buda Deitado) – esse infelizmente eu não tive tempo de visitar, mas me falaram que valia a pena ir!
  • Jim Thompson’s House: é uma casa que pertenceu a um americano que morou na Tailândia por muitos anos (na década de 40-50) e era um colecionador de arte. Ele ajudou a transformar a indústria de seda na Tailândia. A casa mostra suas coleções de arte e conta um pouco sobre a vida dele. Eles desapareceu na Malásia quando saiu de férias e nunca mais acharam nenhum vestígio dele. O restaurante dentro da casa é muito bom, foi um dos melhores almoços que tivemos em Bangkok.

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  • Massagem: não dá para ir à Tailândia e não fazer massagem! Minha meta era fazer todos os dias da viagem, mas acabei conseguindo cumprir só metade! Considerando que passei 22 dias viajando e fiz 12 massagens, acho que está bom né? Até hoje estou sofrendo de abstinência! Existem algumas casas de massagem mais conhecidas e descoladas para turistas. Outras são portinhas minúsculas e não muito higiênicas. Eu testei a massagem no pé, na mão, na cabeça, nas costas, nas famosas, nas portinhas… experimentei todas que pude! A massagem tailandesa tradicional é uma mistura de alongamento com massagem. Experimentei alguns tipos diferentes e achei a tradicional a melhor. Mas isso é muito pessoal. As massagens custam muito barato, entre 6 e 20 dólares. Do lado do hotel em que eu estava tinha uma casa de massagem chamada Chaos 9. O lugar era muito conveniente, o staff simpático, o lugar era limpo e bonitinho, o preço ótimo (8 dólares) e a massagem muito boa. Minha única recomendação em relação a massagem na Tailandia é tomar cuidado quando pede para fazer com força. Eu amo massagem muito forte. Mas a massagem tailandesa já é forte por natureza. Então, não cometam o erro de pedir uma massagem extra forte, porque é extra mesmo. A vez que pedi isso não consegui nem respirar. Foi muito boa, mas parecia que a moça ia arrancar minha pele. Acho que foi mais sofrida que prazeirosa.
  • “Red-light district”: Em Bangkok tem algumas zonas com prostitutas, bares, strip clubs, lady boys e shows de ping-pong (para quem não sabe o que é isso, assista o filme “Se beber não case 2” ou procure no google). A gente foi na Nana Plaza, mas existem outras áreas dessas também. Apesar de ser meio deprimente, faz parte da cultura local e é uma experiência única. Esse tema dá uma boa discussão, então, vou fazer um post especial sobre ele com mais detalhes. Nós preferimos não ir aos shows.
  • Fomos a um bar chamado Moon Bar no alto do Bayan Tree Hotel. Lá tem um restaurante (Vertigo) que falaram que é muito bom também. Fica aberto até as 23:00 e é um pouco caro, mas recomendaram bastante. Como já estava bem tarde, nós só conseguimos ir ao bar para tomar uns drinks. A vista é maravilhosa e o lugar é super romântico. É legal para ir com amigos também. As bebidas são muito boas. Vale muito a pena!

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Hotel em Bangkok

Ficamos hospedados em dois hotéis bons. O primeiro foi o Marriott Courtyard e o segundo foi o Centara Grand.

Os dois eram bons, mas o Centara é melhor e mais caro. Os dois tem ótima localização.

Eu amei Bangkok e recomendo ficar vários dias por lá para sentir o real clima da cidade.

O que fazer em Chiang Mai – Tailandia

Quer tirar fotos do estilo National Geographic? Prepare a câmera e vá para Chiang Mai. Briga de tigres, elefantes desenhando (sim, desenhando com a tromba!), templo lindo no alto da montanha. Essa foi a minha experiência em Chiang Mai.

Chiang Mai fica é a segunda maior cidade da Tailândia e fica na parte norte do país, relativamente perto de Mianmar e do Laos. É uma região montanhosa e abriga uma população de mais ou menos 1,6 milhões de pessoas. É diferente dos outros lugares que conhecemos na Tailândia: Bangkok, praias e ilhas.

Algumas pessoas vão até lá e ficam decepcionadas com o lugar porque tinham expectativas muito altas. No meu caso, eu não sabia bem o que esperar e adorei, principalmente pelas atividades com os tigres e elefantes, e pelo templo que é muito lindo.

Fiquei apenas 2 dias em Chiang Mai, então, não pude ver tudo o que tem por lá. Então, vou falar só dos lugares em que eu fui!

O que fazer em Chiang Mai

1. Tiger Kingdom

O Tiger Kingdom é um lugar em que você pode interagir com os tigres. Eles têm tigres recém nascidos, pequenos, médios e grandes. Na entrada você pode escolher qual tipo de tigre você quer visitar ou escolher um combo e fazer mais de um.

Você pode ficar até 10 minutos com eles. Eu escolhi o bebê e o adulto. Quando chega a sua vez, você entra no “quintal” do tigre e pode chegar perto, abraçar, fazer o que quiser. Confesso que dá um pouco de medo. Eles estão meio domesticados, mas de vez em quando levantam e saem para briga.

Me dá um pouco de pena porque não sei se eles realmente não usam nenhuma droga para dopar os tigres… Eles dizem que não dão nada. Apenas alimentam muito e deixam eles cansados. Fato é que eles estão dormindo ou relaxados na maior parte do tempo. Mas, ao mesmo tempo, eles interagem, brigam entre si e correm por ali, então, não sei se eles seriam capazes de fazer tudo isso se estivessem dopados mesmo. Custa mais ou menos US$20 por pessoa.

Chiang-Mai

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2. Maesa Elephant Camp

Na primeira parte do passeio, fomos passear de elefante. Cada duas pessoas sentam em um elefante e ele dá uma volta pela fazenda, passando por dentro de um rio. Na segunda parte, nós interagimos com os elefantes. Você pode dar comida para eles, sentar nas patas dele, ser levantado pela tromba ou até ganhar um abraço! Na terceira parte, vimos o show dos elefantes. É impressionante o que eles fazem. Até pintar um quadro o bichinho pintou. De novo, a experiência é demais, mas me dá um pouco de pena de ver os animais tão domados.

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3. Templo Doi Suithep

Construído em 1936, ele é um dos templos mais bonitos da Tailândia. Ele fica no alto da montanha e para chegar lá em cima precisa subir mais de 300 degraus ou pegar o teleférico. Vale muito a pena a visita.

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4. Aula de culinária

Por falta de tempo eu acabei não fazendo uma aula de culinária na Tailândia, mas se você conseguir encaixar no seu itinerário, não deixem de fazer. É parte essencial da cultura local, além de ser super divertido! Em Chiang Mai, recomendo fazer algum desses cursos: Little Shoes – US$47.00 – você escolhe 3 pratos que quer aprender a cozinhar e eles ensinam como preparar os pratos, além de explicar sobre os ingredientes usados. Little Lipstick – US$35.00 – são 3 pratos em 1:30 hr, para quem não tem muita paciência de cozinhar e quer aprender a fazer algo típico, rápido e fácil de replicar. Little Wok – US$68.00 – você visita um mercado local, compra os ingredientes, e depois prepara os pratos. Para saber mais sobre os cursos e fazer sua reserva, clique aqui.

5. Night Market

Assim como em vários outros lugares da Tailândia, Chiang Mai também tem seu mercado noturno. Ele é grande e tem de tudo: comida, roupa, artesanato.

Vai para Chiang Mai? Veja aqui sugestão de mais de 200 hotéis na cidade.

Esse post foi originalmente escrito em 2012. E hoje, em 2016, relendo o post eu queria incluir uma observação: quando eu fui, eu não parei para pensar se o que as pessoas faziam com os animais era apropriado ou não. Achei divertido e que eram programas legais. Hoje, já vejo a situação um pouco diferente. Eu acho que existem lugares onde não abusam tanto dos elefantes e os deixam em um habitat mais natural. Quanto aos tigres, o pessoal de lá jura que não dá nenhum remédio ou nada para amansar os animais, mas eu tenho dúvidas. Achei uma experiência incrível visitar os tigres, por a mão neles e tirar mil fotos. Mas, de novo, não acho que é a melhor coisa para os bichinhos. Então, se eu fosse para lá hoje, eu procuraria me informar melhor sobre como os animais são tratados em cada um dos lugares.