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O que comer no Borough Market, em Londres?

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Eu já fui a Londres algumas vezes, mas nunca tinha ido ao Borough Market. Dessa vez, fui acompanhada da Natasha e do Antonio, um casal de amigos queridos que mora em Londres, e eles não só me levaram para conhecer o mercado, mas fizeram o tour gastronômico especial. Comemos de tudo um pouco, de sanduíche de chorizo a paella e raclete, experimentamos diversas comidinhas incríveis por lá!

Esses mercados gourmets são realmente uma parte importante das minhas viagens. Lá a gente descobre ingredientes diferentes, chefs super simpáticos, excelentes cervejas, e óbvio, uma comida de dar água na boca. Mas, as vezes, quando chegamos nesses mercados, ficamos meio perdidos tentando descobrir por onde começar e o que vale a pena comer. Pensando nisso, fiz um passo a passo do Borough Market, para não deixar nada de fora!

Para chegar no Borough Market, o melhor jeito é pegar o metrô e descer no ponto chamado “London Bridge”. De lá, em menos de dois quarteirões, você chega no Borough Market.

Antes que vocês comecem a ler e achem que eu consegui comer tudo isso, já explico! A gente pediu um de cada e foi dividindo tudo entre 3 pessoas! E ainda assim, era muita comida!!

O que comer no Borough Market?

 1- A minha sugestão é começar pela Stoney Street, bem em frente ao Apple Bees, tem uma barraca de wraps. Peçam um Garlic Prawn Wrap, um wrap de camarão e alho imperdível.

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2. Ao lado dessa barraquinha, tem um pub na esquina, chamado Market Porter. Comprem uma Guiness para acompanhar o wrap. Não esqueçam de pedir copo de plástico, para poder tomar a cerveja na rua.

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2- O segundo passo é comer um sanduiche de chorizo em um stand chamado Brindisa Chorizo BBQ. Eles ficam do outro lado da rua, olhando para a entrada do mercado, do lado esquerdo, na rua mesmo, não dentro do Borough Market. O sanduíche é incrível!

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3- Próximo passo é ir ao bar de cider (sidra), dentro do mercado, e pedir uma! Eles tem ciders (sidras) de vários sabores diferentes. A sidra é uma bebida alcoólica, derivada do suco de maçã. É super típica na Inglaterra, vale experimentar!

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4- Depois da cider, fomos andar pela parte mais antiga do mercado e comemos uma paella! Estava uma delícia. Ali pertinho  tem também ostras enormes e maravilhosas. Acho que foi a melhor ostra que já comi!

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5- Ainda na parte velha do mercado, tem diversas frutas e especiarias interessantes. Comprei um azeite de trufa branca muito bom!

6- Depois de passear pela parte interna do mercado, fomos para a parte nova, onde pedimos uma raclete deliciosa e demos uma voltinha por ali.

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7- Voltamos para a Stoney Street e ali tem um café excelente na esquina. Chama Monmouth. Infelizmente não consegui experimentar o café porque a fila estava enorme, mas me falaram que é ótimo.

Depois de comer tanto, nesse “brunch” no mercado, sentamos na rua e ficamos conversando por ali. De repente começam a passar centenas de pessoas de bicicleta. Descobrimos que é um evento anual, chamado Tweed Run, em que as pessoas saem pelas ruas de Londres, vestidos com roupas vintage. É super divertido de assistir. De crianças a idosos, eles vão explorar Londres com roupas do século passado. Para saber quando é a próxima, acompanhem esse site: Tweed Run.

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 Enfim, o Borough Market é um lugar especial e vale muito a visita. Não deixem de conhecer e de experimentar essas comidinhas.

Tem mais dicas do que comer no Borough Market? Deixe um comentário abaixo!

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Dica de hotel em Bariloche: LLao LLao Hotel & Resort Golf Spa

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Para quem vai à Bariloche, existem diversos tipos de hotel para se hospedar. Alguns mais perto do centro, outros das montanhas de esqui, outros ainda dos lagos. Eu tive a incrível oportunidade de ficar hospedada no Llao Llao Hotel & Resort Golf Spa, um hotel ícone da cidade de Bariloche, que fica no alto da colina, ao redor do lago Nahuel Huapi e de frente para os Andes, e por isso, as paisagens são maravilhosas.

Mesmo para quem não fica hospedado lá, vale conhecer o hotel. Ele já é considerado um dos pontos turísticos de Bariloche!

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Hotel Llao Llao

O hotel é um resort 5 estrelas, luxuoso, com serviço excelente. É parte da selecionada rede Leading Hotels of the World.

Eu fui no verão, então, para onde eu olhava, via flores coloridas, montanhas verdes, o lago. A primeira impressão de entrar no quarto e ver aquela vista é sensacional.

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O hotel tem duas alas, uma mais antiga e uma mais recente. Tem quartos disponíveis nas duas e a vista é linda de qualquer lugar.

O hotel tem diversos restaurantes e cafés. O café-da-manhã é farto e servido em um restaurante de vidro, de frente para as montanhas. De noite, jantamos no Restaurante Patagonia e a comida estava ótima também.

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Atividades

Nós fomos no verão, então, não tinha neve. Mas, não estava calor! Pegamos dias frios mesmo em dezembro. A temperatura estava perto dos 10 graus.

Fizemos caminhadas pelo Parque Nacional Nahuel Huapi para curtir a paisagem em volta do hotel.

Fomos também na piscina aquecida que tem borda infinita, área externa e coberta e fica no meio dessa vista linda!

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Eles oferecem outras atividades também como arco e flecha, spinning, e academia e, como o próprio nome diz: Spa e Golf.

O hotel é geralmente recomendado para casais, mas nós fomos com criança pequena (1 ano) e ele amou! Correu pelos gramados, curtiu a piscina, subiu e desceu a escadaria do café-da-manhã, foi no salão de jogos e se divertiu.

Apesar de ser famoso como hotel romântico, eles oferecem estrutura para crianças de várias idades.

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Localização

O hotel tem uma localização especial, pois é super exclusivo e longe do movimento, fica ao redor das montanhas e do Lago Nahuel Huapi.

Ele está a 20km do centro e 20km do Cerro Catedral (local de esqui), ou seja, precisa de carro para se locomover por ali.

A nossa experiência foi muito boa! É um hotel que dá vontade de voltar. Valeu muito a pena ficar hospedada no Llao Llao.

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Roteiro de 15 dias pela Argentina e Uruguai

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Argentina e Uruguai são países de lindas paisagens, bons vinhos, ótimos chocolates, carne suculenta e saborosa. Em apenas 15 dias você consegue ir das montanhas à praia. É relativamente perto, não tão caro e vale muito a pena!

Já que estamos com filho pequeno, resolvemos fazer uma viagem para explorar essas região. Como não tínhamos muito tempo de férias, tivemos que escolher só as cidades principais da Argentina e Uruguai e conhecer o básico de cada uma delas. Era época de Natal e Reveillon então alguns dias de feriado também impediram que fizéssemos grandes programações. Mas, a viagem foi uma delícia!

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Primeiro passo: Definir as cidades

Como era nossa primeira vez no Uruguai e conhecíamos muito pouco da Argentina, resolvemos fazer uma viagem para conhecer os pontos principais e mais turísticos dos dois países.

As cidades que fomos foram:

  • Bariloche (4 dias)
  • Buenos Aires (3 dias)
  • Colonia del Sacramento (2 dias)
  • Punta del Est (5 dias)
  • Montevideo (3 dias)

Esse é o roteiro com as dicas mais óbvias da Argentina e Uruguai. Para quem tem mais tempo, tem muitos outros lugares para explorar. Gostaríamos de ter ido a Vila Angostura e San Martín de Los Andes, explorar praias mais distantes e diferentes ao redor de Punta, conhecer mais dos arredores de Buenos Aires… mas, fica para uma próxima vez!

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Segundo passo: como ir de uma cidade a outra na Argentina e Uruguai

Nós fomos de avião de São Paulo para Bariloche (com escala em Buenos Aires). Depois, pegamos um voo interno de Bariloche para Buenos Aires.

Para ir de Buenos Aires a Colonia del Sacramento, fomos de barco, no famoso BuqueBus.

Alugamos um carro para ir embora de Colonia e fizemos o caminho para Punta e para Montevideo de carro.

Nossa volta foi de avião de Montevideo para São Paulo.

Terceiro passo: onde se hospedar

Uma vez que já estávamos com o roteiro definido, escolhemos os hoteis em cada cidade.

Nós gostamos tanto de viajar e ficar em hoteis luxuosos e resorts quanto em pousadinhas e apartamentos locais. Então, escolhemos os hoteis de acordo com as dicas que tínhamos!

Em Bariloche, tivemos o imenso prazer de nos hospedarmos no Llao Llao. O hotel em si já vale a viagem. Paisagem maravilhosa, serviço impecável, comida boa…

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Já em Buenos Aires, ficamos no Hotel Casa Calma. É um hotel bem pequeno, charmoso, com pouca estrutura de hotel (mais parecia um albergue na parte comum), mas tinha u quarto espetacular!

Em Colonia del Sacramento, seguimos a dica do blog Lala Rebelo, e ficamos na charmosa Posada Don Antonio. Uma pousada que fica em um casarão antigo, rústico, mas ótima e super bem localizada.

Já em Punta del Est, ficamos no cartão postal da cidade: no Hotel Casapueblo. Ele é bem antigo e isso se reflete nas suas estruturas. mas é lindo e tem o por do sol mais incrível que já vi. Fica meio longe das praias, mas achei que valeu muito a pena se hospedar ali.

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Em Montevideo, nos hospedamos no Hotel Puerto Mercado. Fica bem no centro da cidade. Não surpreendeu, mas cumpriu seu papel!

Enfim, viagem pronta, hora de partir! Essa é uma viagem ideal para quem não quer ir a lugares distantes, quer conhecer nossos países vizinhos, não quer gastar muito, mas quer aproveitar paisagens lindas, comer bem e beber ótimos vinhos!

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Como planejar uma viagem para Tailândia, Vietnã, Camboja, Laos

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Planejar uma viagem para a Tailândia, Camboja, Laos e Vietnã não é fácil. São muitos países, muitos lugares para visitar, longas distâncias e diferentes meio de transportes disponíveis. Por isso, muita gente prefere fazer com agência de viagem. Mas, com um pouquinho de paciência e com boas dicas na mão, dá para organizar sozinho e a viagem sai bem mais em conta.

Então, esse post é para dar um passo-a-passo de como planejar essa viagem.

Primeiro passo: Escolher os destinos

A primeira coisa a fazer é definir por quanto tempo você quer viajar. Para fazer o básico: Laos, Camboja, Vietnã e Tailândia, bem feito, vai pelo menos 1 mês. Então, para quem não quer fazer uma viagem tão longa, sugiro quebrar em duas: Laos + Camboja + Vietnã e outra só para a Tailândia.

Ou, para quem, como eu, só tem 3 semanas disponíveis, algumas cidades vão ter que ser eliminadas do roteiro.

As principais cidades que recomendo em cada país são:

1. Vietnã

  • Hanoi (1 dia)
  • Halong Bay (2 dias)
  • SAPA (2 dias)
  • Ho Chi Min (1 dia)

2. Laos

  • Luang Prabang (1,5 dia)

3. Camboja

  • Siem Reap (3 dias)

4. Tailândia

  • Bangkok (4 dias)
  • Chiang Mai (2 dias)
  • Ilhas/Praias: Ko Phi Phi, Phuket, Ko Phangan, Ko Samui, Ko Lipe, Ko Lanta, tem  muitas! Eu escolheria duas ou três e ficaria 1 semana.

Esse é o roteiro com as dicas mais óbvias de lugar. Para quem tem mais tempo, tem muitos outros lugares para explorar. Eu tive que cortar desse roteiro Ho Chi Min e Luang Prabang, só fiz uma ilha na Tailândia (Ko Phangan) e acabei indo para Bali também (mas não recomendo nesse roteiro).

Na minha viagem, o roteiro foi o seguinte:

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Peguei o avião para Bangkok e de lá fui para Hanoi (pin azul escuro). De Hanoi fui para SAPA (pin vermelho), voltei para Hanoi e no dia seguinte fui para Halong Bay (pin azul claro). Voltei para Hanoi e de lá peguei um vôo para Siem Reap (pin amarelo). De Siem Reap fui para Bangkok (pin verde), de lá fui para Bali (fora do mapa) e voltei para Bangkok. De lá, peguei um voo para Chiang Mai (balão vermelho) e depois voltei para Bangkok para ir às ilhas (balões azuis).

Segundo passo: definir a ordem da viagem e os vôos

A ordem dos lugares a serem visitados é importante, principalmente, para otimizar os voos. O grande aeroporto central do Sudeste Asiático é o de Bangkok. Então, o jeito mais fácil e econômico de ir para lá é comprar uma passagem de ida e volta por Bangkok. E de lá, voa para os outros países/cidades.

Alguns pontos relevantes:

Os voos para Luang Prabang são mais caros e mais esporádicos, então é mais difícil de conciliar. Por isso acabei não conseguindo ir.

Para ir para SAPA e para Halong Bay, o melhor jeito é contratar uma agência local que busca no hotel de Hanoi, faz toda a programação e devolve no hotel de Hanoi.

Eu fiz o passeio de SAPA com a Trekking SAPA e a de Halong Bay com a Halong Sapa Tours.

Em SAPA, tem um mercado que só acontece aos domingos, então, vale a pena planejar para estar lá em um domingo.

Para comprar os voos (ida e volta e voos internos), eu usei o site KAYAK.

As principais companhias aéreas para os voos internos são: Air Asia (low cost), Bangkok Airways, Vietnan Airlines, Nok Air (low cost), entre outras. A Nok Air não aparece no Kayak, tem que entrar no site da própria companhia.

Na hora de comprar os voos da Tailândia, é bom confirmar o aeroporto, porque existem dois em Bangkok. A distância entre eles é de mais ou menos 45 minutos.

Também na hora de comprar os voos de ida e volta para as ilhas, é importante lembrar que os aeroportos ficam em Ko Samui, Phuket e Krabi. E que para chegar a essas ilhas, tem que pegar balsa/barco, van, ônibus e pode demorar. Muitas empresas aéreas já vendem o pacote completo, incluindo todos os meios de transporte. Eu comprei só os voos pela internet e vi os outros transportes no hotel de lá.

Terceiro passo: Escolha dos hotéis

Em geral, os hotéis na região são baratos. Muita gente opta por economizar bastante e fica em albergue. Acho que para quem está viajando em casal, não vale a pena o albergue. Para quem está com grupo de amigos, pode ser que valha. Dá para pegar hotéis muito bons com preço entre US$100 e US$150.

Para reservar hotéis na Ásia, me recomendaram usar o Agoda. Mas, geralmente, eu uso o Booking.com.

Clique nos links abaixo para pesquisar hotéis em cada país:

Tailandia

Vietnã

Camboja

Laos

Quarto passo: vistos e vacinas

Tailândia: brasileiros não precisam de visto, mas precisam passar no Health Control para preencher um formulário todas as vezes que entram no país.

Vietnã: tira o visto online por esse site: http://www.myvietnamvisa.com e quando chegar no aeroporto tem que entregar uma foto e pagar uma taxa em dólares

Camboja: tira o visto online por esse site: http://www.evisa-cambodia.com e eles já mandam tudo pronto por email.

Laos: informação nesse site: http://laos.visahq.com

Em alguns desses países eles checaram a vacina de febre amarela. Portanto, na dúvida, é melhor tomar a vacina e levar o comprovante internacional.

Com os vistos na mão, hotéis reservados, e vôos comprados, o próximo passo é escolher o que fazer em cada lugar! Espero que este post tenha sido útil para ajudar a planejar a viagem para o Sudeste Asiático!

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Vale a pena ir para Halong Bay?

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Halong Bay (ou Ha Long Bay) é um dos cartões postais mais famosos do Vietnã. Mas, é um lugar meio contraditório. Enquanto eu planejava minha viagem pelo Sudeste Asiático, estava na dúvida se ia para Halong Bay ou não e pedi dicas para muitas pessoas. Escutei comentários desde “foi o lugar mais incrível que eu já fui” até “não vale a pena de jeito nenhum”.

Agora que eu já fui, entendi um pouco o porquê dessas opiniões tão diferentes. Acho que tem muito a ver com expectativa.

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O que faz as pessoas gostarem de Halong Bay

O lugar é muito bonito. Tem uma paisagem diferente de tudo o que já vi antes. São montanhas de pedras que saem de dentro do mar. A viagem é muito relaxante.

Você fica dentro de um barco, confortável, olhando a paisagem. De tempos em tempos, ele para em algum lugar e você faz passeios de caiaque, visita cavernas, faz várias atividades legais.

Halong Bay é perto de Hanoi, então, não precisa pegar outro vôo, nem cruzar o país para chegar até lá. Então, com poucos dias, você consegue incluir Halong Bay na sua viagem.

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O que faz as pessoas não gostarem de Halong Bay

Dependendo da época do ano que você vai, fica muito cheio. Eu fui em janeiro, que era inverno. E estava relativamente frio (por volta de 15 graus). Tinham alguns barcos turísticos, mas não estava lotado. Parece que no verão fica muito, muito cheio de barcos e acaba atrapalhando bastante a paz do lugar.

Apesar de Halong Bay ser no mar, não é um lugar para pegar praia. O mar é bem bonito e verde, mas a água não é tão limpa. O melhor esquema é tomar sol no barco e sair para fazer os passeios.

Para quem vai para praias paradisíacas na Tailândia antes de Halong Bay, fica meio frustrado. Eu achei muito lindo lá, mas parece que comparado com alguns lugares do país vizinho, perde um pouco a graça. Então, vale a pena ir para Halong Bay antes de ir para a Tailândia.

Enfim, com os prós e contras na cabeça, fica mais fácil decidir se vale a pena ir ou não.

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Minha experiência em Halong Bay

Agora minha opinião: achei que valeu muito a pena! Gostei de ter visto as paisagens, de descansar no barco, de curtir uma parte diferente da viagem.

Eu, geralmente, passo muito mal em barco. Mas, esse barco do Vietnã era bem tranquilo, não balançava muito e fiquei super bem.

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Fiz o passeio com a Indochina Sails e gostei muito da empresa. Eles nos buscaram no hotel de Hanoi, nos levaram de van até o porto de Halong Bay (são mais de 3 horas de viagem), de lá pegamos o barco, passamos 2 noites no barco e depois nos levaram de volta até o aeroporto de Hanoi.

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O barco era bem confortável, tinha mais ou menos 20 quartos. Os quartos eram bons, com cama de casal e banheiro privado. A comida no barco também era boa e o staff foi muito atencioso.

Eles tinham algumas atividades disponíveis no barco. Nós fizemos massagem, aula de tai chi chuan e assistimos um filme a noite.

Nas paradas do barco, fizemos passeios muito legais – com a mesma empresa do nosso barco – que já estavam inclusos no pacote.

O que eu mais gostei foi o passeio de caiaque. O caiaque era para duas pessoas, e nóa ficamos remando em uma paisagem linda e pacífica. Passamos por baixo das pedras e pequenas cavernas.

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Fomos também visitar (de “canoas motorizadas”) um floating market. Adorei! Passamos por diversas casas e mercados sobre a água. O meio de transporte local é o barco e eles vivem da venda de produtos para os turistas da região.

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Visitamos também uma caverna enorme. Muito legal! Mas, essa sim estava bem cheia de turistas.

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Perto da caverna, escalamos um morro, onde dava para ver uma vista linda de Halong Bay. Pena que o dia estava tão nublado…

No último dia, fomos visitar uma “fazenda” de pérolas. É um lugar no mar, onde o pessoal local mostra como criam ostras para gerar as pérolas e como retiram as pérolas de dentro da concha. E óbvio que no final tem uma lojinha!

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Enfim, assim foram os dias em Halong Bay! Na minha opinião, vale a pena visitar! É só acertar as expectativas e curtir!

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O que fazer em 7 dias em Santiago e arredores

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Se você está pensando em ir a Santiago, no Chile, mas está na dúvida se dorme a semana inteira em Santiago, ou se vai viajar pelos arredores e não sabe bem o que fazer por lá, esse post é para você. Eu tive uma experiência incrível de 1 semana pela região. Pegamos dicas de pessoas que moraram por ali e acabamos visitando lugares especiais!

A história da viagem ao Chile começa triste, mas acaba superando as expectativas! Eu fui parar no Chile sem querer… estava de malas prontas para Paris. Super empolgada, fui para o aeroporto e por problemas na data do passaporte do meu namorado, acabamos não conseguindo embarcar.

Fiquei chateada, mas levantamos a cabeça e de uma hora para outra resolvemos mudar todos os planos e ir para o Chile, que não precisava do passaporte. Corremos para pegar dicas, trocamos a mala de frio pela de calor e lá fomos nós.

Tínhamos uma semana para desvendar os arredores de Santiago. E descobrimos cada lugar incrível… que eu até esqueci que ia para Paris!

Passei 3 dias inteiros em Santiago e depois íamos fazer viagens de bate-volta para as praias, vinícolas, e regiões ao redor. Fiz uma lista dos melhores lugares para visitar por ali!

Primeiro, quais são os pontos que não podem faltar na visita à Santiago!

O que fazer em Santiago

1- Cerro Santa Lucia – parque gostoso para passear, descansar e fazer caminhadas.

2- Cerro San Cristobal – um dos lugares mais altos da cidade, com uma vista linda. Lá tem também algumas piscinas públicas e um zoológico.

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3- La Chascona – uma das casas do Pablo Neruda, localizada em Santiago. As outras ficam fora da cidade. Vale a pena conhecer para entender mais sobre a vida dele e seu jeito e estilo.

4- Plaza de Armas – praça central onde fica a Catedral Metropolitana, os correios e o Palacio de la Moneda.

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5- Pueblito Los Dominicos – lugar antigo que foi transformado em uma feira de artesanatos locais.

6- Plaza Mulata Gil – não é famosa, mas eu achei uma graça. É uma mini praça fechada com várias lojinhas e restaurantes legais ao redor dela.

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Onde comer em Santiago

Comemos muito bem em diversos lugares em Santiago. Alguns dos que mais gostamos:

1- Restaurante Ox – restaurante de carne muito bom! E eles servem algodão doce com mini sorvete de sobremesa.

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2- Restaurante Santeria -Um lounge com ambiente super agradável para o almoço. Fica do lado da La Chascona.
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3- El otro sitio – restaurante dentro do shopping Parque Arauco que tem um pisco sour delicioso. Vale muito a pena conhecer o shopping também, é lindo!

Depois de 3 dias em Santiago, usamos o resto da semana para conhecer os arredores da cidade. Aqui a lista dos nossos preferidos:

O que fazer nos arredores de Santiago

1- Viña del Mar: quase todo mundo que vai a Santiago acaba visitando Viña del Mar e Valparaiso. Eu fiquei muito pouco tempo por ali, e por isso, não consigo falar com muita propriedade. Mas, achei uma cidade e praia, bonitinha. Nada demais. Divertido mesmo foi ir ao Cassino à noite!

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2- Valparaiso: pouquíssimas pessoas acham que vale a pena a visita. Eu particularmente passei rápido pela cidade e achei o que todos acham na primeira impressão: cidade feia, caótica, e desorganizada. Dizem, que existem bons achados por ali para comer e passear, mas tem que encontrar os cantinhos! Recomendam que leiam esse post do Viaje na Viagem para saber mais sobre o que fazer em Valparaiso.

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3- Praia de Reñaca e Concõn: Passando por Viña del Mar e continuando pela praia, logo você chega a Reñaca y Concõn, duas cidades de praia animadinhas e divertidas. As praias não são maravilhosas, mas são lugares gostosos para comer a beira-mar.

4- Praia de Zapallar: ainda pelo mesmo caminho, mas já mais longe, vale andar mais uma hora de carro no litoral e conhecer a Praia Zapallar. É uma praia linda, com areia branca e mar verde. Lá tem um restaurante muito bom chamado Chiringuitos, onde tem que comer “los locos”. Muito bom!

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5- Vinícola Concha y Toro: Saindo um pouco das praias, outro lugar interessante para visitar são as vinícolas chilenas. Existem várias ao redor de Santiago, mas a mais famosa (e a que eu fui!) é a de Concha y Toro. Sentamos para tomar um vinhozinho, provar a degustação com queijos e visitar os barris e a plantação de uva. Se você tiver com um dinheirinho (!) sobrando, os dois vinhos mais reconhecidos de lá são o Don Melchor e o Alma Viva. Eu gostei muito do Trio branco bem gelado. E tem outros como o Casillero do Diablo, que são bons e mais em conta.

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6- Cajon del Maipo: O auge da viagem para mim, foi um lugar nas montanhas, a menos de uma hora de Santiago, que chama Cajon del Maipo. No meio desse lugar, tem uma represa maravilhosa chamada Embalse El Yeso. A dica é fazer supermercado no dia anterior (eu comprei queijos e vinhos incríveis) e levar para fazer um pic-nic na represa. Ela é bem deserta e tem uma paisagem impressionante. O acesso para lá não é nada fácil. É indicado ir de 4 x4. Mas, nós fomos de carro normal e a aventura ficou ainda mais legal. Tivemos até que cruzar um riozinho de carro! Pedimos um mapa da região e fomos seguindo, é meio off road. Não sei se hoje com o waze dá para chegar lá!

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Ainda em Cajon del Maipo, mais para frente da represa, tem um caminho de areia, que vai dar em umas piscinas naturais aquecidas com pedra de vulcão. Chama Termas del Plomo. É no meio do nada e é demais!
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7- Isla Negra e Algarrobo: Outro lugar interessante de visitar e onde fica mais uma casa do Pablo Neruda, que fica mais ao Sul de Santiago.
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Nós fomos e voltamos todos os dias de Santiago para esses lugares. O roteiro fico assim:
3 dias em Santiago
1 dia em Reñaca, Concon e Zapallar
1 dia em Cajon del Maipo
1 dias em Viña del Mar/Valparaiso e Concha y Toro
1 dia em Algarrobo e Isla Negra
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Enfim, passamos uma semana incrível por ali e recomendo muito todas essas visitas.

Roteiro de cervejarias do Norte da Califórnia

Roteiro Cerveja

Se você está na região de São Francisco, curte cerveja e tem dois dias livres, recomendo esse roteiro inusitado de cervejarias do Norte da Califórnia, que guarda boas e saborosas surpresas.

Califórnia, paisagens maravilhosas, praia, música e cerveja. Curtir tudo isso foi a proposta dessa viagem de final de semana que fiz com um casal de amigos. Tinha que trabalhar na 2a. feira nos arredores de São Francisco e resolvi chegar no sábado pra fazer um passeio diferente, que fizesse valer a pena a viagem.

A Califórnia abriga algumas das melhores cervejarias dos EUA. Muitas delas ficam ao norte de São Francisco, próximas às regiões de Napa, Sonoma e Russian River, muito conhecidas pelas vinícolas. Quem já tomou uma Lagunitas IPA, Pliny the Elder ou a Old Rasputin, sabe do que estou falando. Caso não tenha ouvido falar dessas cervejas, você não perde por conhecer e elevar seu repertório cervejeiro.

Vamos ao roteiro de cervejarias do Norte da California. Tive que fazer algumas escolhas por falta de tempo, por isso descrevo o processo de decisão para que você possa ver algumas alternativas ao caminho que eu fiz.

Planejamento do roteiro das cervejarias do Norte da California

1- Definir as cervejarias que seriam visitadas:

Com alguns sonhos na cabeça e o google maps ao alcance dos dedos, listei as principais cervejarias nas regiões que eu queria visitar:

Ao norte de São Francisco:
– Lagunitas (Petaluma)
– Russian River (Santa Rosa)
– Bear Republic (Healdsburg)

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Mais afastadas ao norte:
– Anderson Valley (Boont)
– North Coast Brewing (Fort Bragg)
– Sierra Nevada (Chico)

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Como não tive dois dias inteiros, acabei deixando as cervejarias da cidade para outra ocasião. Mas, listei aqui para quem conseguir ir:

Em São Francisco:
– Anchor Brewing
– Speakeasy
– 21st Amendment

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2- Escolher onde dormir

Para poder visitar a Anderson Valley, vi que teríamos que dormir no caminho, por isso busquei pousadas naquela região. Tive a sorte de encontrar a Elk Cove Inn, que se tornou um dos pontos altos do passeio. Assim, consegui visitar a Anderson Valley e a North Coast Brewery, em Fort Bragg, mais ao norte.

A Sierra Nevada fica mais pro interior, em Chico, por isso a deixei para uma próxima oportunidade.

3- Detalhes do roteiro:

Dia 1

  • Lagunitas – vale a pena se programar para uma das visitas à fábrica e depois ficar para provar as dezenas de cervejas disponíveis no animado pátio aberto, sempre com música ao vivo. A loja vende cervejas de produção limitada e camisetas.

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  • Russian River – é bem menor e em um local fechado, recomendo para o jantar. O tapbar/restaurante fica no mesmo local da cervejaria. Ótimas pizzas e sandubas para acompanhar as cervejas. Lá você pode comprar edições especiais envelhecidas e cervejas frescas no growler.

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  • Dormir em Elk – pousada Elk Cove Inn: fica na frente do mar e é ótima. Farei um post contando só dela!
  • Opcional – caso chegue cedo, verifique se tem show de jazz na North Coast e vá para o jantar. Fica a uns 45 minutos de Elk.

Dia 2

  • Manhã – recomendo tomar café-da-manhã na pousada e explorar a praia de Elk

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  • Ir a Fort Bragg e visitar a Glass Beach – praia bonita com areia colorida, bem no centro da cidade

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  • North Coast Brewing Co. (Fort Bragg) – Ao lado da cervejaria tem um tapbar, um restaurante com casa de shows de jazz e uma lojinha bem legal que vende todas as cervejas (inclusive edições especiais) e vários acessórios. Não consegui horário para visitar a cervejaria, mas recomendo marcar no site para conhecer as histórias de algumas das melhores cervejas da região, como a Old Rasputin, uma Russian Imperial Stout icônica.

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  • Anderson Valley – bem mais simples, essa cervejaria possui apenas um tapbar, sem restaurante. A dica é pedir as degustações e provar as cervejas não comercializadas ou aquelas com edição limitada. A dica aqui é pedir uma tábua de degustação com 5 cervejas do menu.

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  • Se estiver com fome, tem um restaurante no centro de Boont bem gostoso. Chama-se “The Buckhorn”. Claro que a pedida foi um belo hambúrguer com mais um exemplar da cerveja local.

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  • Bear Republic – talvez a menor de todas, fica em uma galeria de lojas no centro de Healdsburg, cidade conhecida pelos ótimos restaurantes, alguns até com estrelas Michelin. Eles possuem um tapbar/restaurante com boas opções de queijos e frios para harmonizar com as ótimas cervejas disponíveis.

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Dicas

O litoral dessa região é muito bonito, então vale a pena se aventurar pela Highway 1 e aproveitar a vista. É uma praia deserta atrás da outra.

Na ida para Elk encontramos muitos animais na pista. Tome cuidado.

Lembre-se de que lá a tolerância para beber e dirigir é zero, portanto é importante ter um “amigo da vez” a cada parada.

Enfim, recomendo muito essa viagem para os cervejeiros! Vale a pena explorar a região, muito rica em gastronomia, vinícolas, cervejarias e natureza.

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O que fazer em Chiang Mai, na Tailandia

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Quer tirar fotos do estilo National Geographic? Prepare a câmera e vá para Chiang Mai. Briga de tigres, elefantes desenhando (sim, desenhando com a tromba!), templo lindo no alto da montanha. Essa foi a minha experiência em Chiang Mai.

Chiang Mai fica é a segunda maior cidade da Tailândia e fica na parte norte do país, relativamente perto de Mianmar e do Laos. É uma região montanhosa e abriga uma população de mais ou menos 1,6 milhões de pessoas. É diferente dos outros lugares que conhecemos na Tailândia: Bangkok, praias e ilhas.

Algumas pessoas vão até lá e ficam decepcionadas com o lugar porque tinham expectativas muito altas. No meu caso, eu não sabia bem o que esperar e adorei, principalmente pelas atividades com os tigres e elefantes, e pelo templo que é muito lindo.

Fiquei apenas 2 dias em Chiang Mai, então, não pude ver tudo o que tem por lá. Então, vou falar só dos lugares em que eu fui!

O que fazer em Chiang Mai

1. Tiger Kingdom

O Tiger Kingdom é um lugar em que você pode interagir com os tigres. Eles têm tigres recém nascidos, pequenos, médios e grandes. Na entrada você pode escolher qual tipo de tigre você quer visitar ou escolher um combo e fazer mais de um.

Você pode ficar até 10 minutos com eles. Eu escolhi o bebê e o adulto. Quando chega a sua vez, você entra no “quintal” do tigre e pode chegar perto, abraçar, fazer o que quiser. Confesso que dá um pouco de medo. Eles estão meio domesticados, mas de vez em quando levantam e saem para briga.

Me dá um pouco de pena porque não sei se eles realmente não usam nenhuma droga para dopar os tigres… Eles dizem que não dão nada. Apenas alimentam muito e deixam eles cansados. Fato é que eles estão dormindo ou relaxados na maior parte do tempo. Mas, ao mesmo tempo, eles interagem, brigam entre si e correm por ali, então, não sei se eles seriam capazes de fazer tudo isso se estivessem dopados mesmo. Custa mais ou menos US$20 por pessoa.

Chiang-Mai

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2. Maesa Elephant Camp

Na primeira parte do passeio, fomos passear de elefante. Cada duas pessoas sentam em um elefante e ele dá uma volta pela fazenda, passando por dentro de um rio. Na segunda parte, nós interagimos com os elefantes. Você pode dar comida para eles, sentar nas patas dele, ser levantado pela tromba ou até ganhar um abraço! Na terceira parte, vimos o show dos elefantes. É impressionante o que eles fazem. Até pintar um quadro o bichinho pintou. De novo, a experiência é demais, mas me dá um pouco de pena de ver os animais tão domados.

Chiang-Mai

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3. Templo Doi Suithep

Construído em 1936, ele é um dos templos mais bonitos da Tailândia. Ele fica no alto da montanha e para chegar lá em cima precisa subir mais de 300 degraus ou pegar o teleférico. Vale muito a pena a visita.

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4. Aula de culinária

Por falta de tempo eu acabei não fazendo uma aula de culinária na Tailândia, mas se você conseguir encaixar no seu itinerário, não deixem de fazer. É parte essencial da cultura local, além de ser super divertido! Em Chiang Mai, recomendo fazer algum desses cursos: Little Shoes – US$47.00 – você escolhe 3 pratos que quer aprender a cozinhar e eles ensinam como preparar os pratos, além de explicar sobre os ingredientes usados. Little Lipstick – US$35.00 – são 3 pratos em 1:30 hr, para quem não tem muita paciência de cozinhar e quer aprender a fazer algo típico, rápido e fácil de replicar. Little Wok – US$68.00 – você visita um mercado local, compra os ingredientes, e depois prepara os pratos. Para saber mais sobre os cursos e fazer sua reserva, clique aqui.

5. Night Market

Assim como em vários outros lugares da Tailândia, Chiang Mai também tem seu mercado noturno. Ele é grande e tem de tudo: comida, roupa, artesanato.

Vai para Chiang Mai? Veja aqui sugestão de mais de 200 hotéis na cidade.

Esse post foi originalmente escrito em 2012. E hoje, em 2016, relendo o post eu queria incluir uma observação: quando eu fui, eu não parei para pensar se o que as pessoas faziam com os animais era apropriado ou não. Achei divertido e que eram programas legais. Hoje, já vejo a situação um pouco diferente. Eu acho que existem lugares onde não abusam tanto dos elefantes e os deixam em um habitat mais natural. Quanto aos tigres, o pessoal de lá jura que não dá nenhum remédio ou nada para amansar os animais, mas eu tenho dúvidas. Achei uma experiência incrível visitar os tigres, por a mão neles e tirar mil fotos. Mas, de novo, não acho que é a melhor coisa para os bichinhos. Então, se eu fosse para lá hoje, eu procuraria me informar melhor sobre como os animais são tratados em cada um dos lugares.

 

5 motivos para visitar Carmel, na California

Carmel-California

Você consegue imaginar uma cidade tipo Campos de Jordão, mas na praia e com o Clint Eastwood como prefeito? Essa é Carmel, uma cidade na costa da Califórnia que possui ótimos hotéis e restaurantes, praia, paisagens maravilhosas e muitas lojinhas. Carmel é um dos principais atrativos na viagem de carro entre Los Angeles e São Francisco.

Carmel-by-the-sea ou Carmel

É uma cidade bem pequena, ao Sul de São Francisco. Ela ficou famosa porque há alguns anos (década de 80) o ator Clint Eastwood foi prefeito de lá.

Além disso, a cidade é linda, tem vários restaurantes bons, lojinhas legais e uma praia com um pôr-do-sol incrível. Ela é uma ótima parada para quem está fazendo a viagem de carro de São Francisco a Los Angeles, ou para quem está na Bay Area e quer aproveitar os finais de semana para conhecer a região.

Carmel-California

Carmel tem uma rua principal que é a Ocean Avenue. Nela e nas suas travessas estão os melhores restaurantes e lojas da cidade. Por ali também estão vários bons hotéis. Na minha opinião, é o melhor lugar para se hospedar porque você pode caminhar pelo centrinho, tomar vinho à vontade e não precisa se preocupar em dirigir depois. É ali que está todo o agito da cidade.

5 principais razões para visitar Carmel:

1. Praia e pôr-do-sol

Nós chegamos em Carmel por volta das 17:00 e fomos à praia. A cidade é alta em relação ao mar e tem algumas dunas entre o asfalto e a praia.
As pessoas sentam nas dunas e ficam assistindo ao pôr-do-sol, que em setembro, acontece por volta das 18:40. A paisagem é muito linda!

Carmel-California

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2. Degustação de vinho

Existem várias vinícolas ao redor da cidade de Carmel. Você pode visitar algumas delas ou apenas ir a algum dos Tasting Rooms (lojas dos produtores de vinhos), espalhadas pela cidade. Lá você pode degustar e comprar os vinhos. Nós fomos no Tasting Room do Caraciolli e recomendo muito! Por apenas US$15,00 você experimenta 6 vinhos diferentes (e as doses não são tão pequenas!). Eles tem 7 vinhos disponíveis: 2 vinhos brancos, 2 Pinot Noir, 1 Rose e 2 Cabernet Sauvignon. Os vinhos são muito bons! Eles não oferecem comida, apenas a degustação de vinhos, então dá para sair de lá bem feliz, rs.

Endereço: Dolores Street, entre Ocean Avenue e 7th street.

3. Restaurantes

A cidade é cheia de restaurantes pequenos e bons. Nós escolhemos jantar no Portabella Restaurant, que era uma graça e com comida excelente, mas parece que fechou. Existem diversos outros restaurantes legais pela rua principal, é só andar por ali e escolher um!

4. Hotel em Carmel

Carmel possui hotéis para todos os gostos. Resorts enormes e chiquérrimos na frente do campo de golf em Pebble Beach, hotéis charmosos no centrinho ou hotéis menores e mais simples para quem quer apenas passar uma noite.

Mas, em geral, em Carmel os hotéis costumam ser mais caros que no resto da região. Para quem não quiser pagar caro, é melhor se hospedar em Monterey, que está bem perto de Carmel e tem preços mais em conta.

Nós demos muita sorte com o hotel. Chegamos em Carmel sem fazer reserva, mas a cidade estava lotada por causa de um evento de poodles (sim, dos cachorros.). Estávamos quase desistindo e voltando para dormir em Monterey, quando descobrimos um número de telefone que eles informam se algum hotel da cidade ainda tem quarto disponível. Nos disseram que só tinha um quarto vazio na cidade. Reservamos o Hotel Svendgaard’s Inn de olhos fechados. Por sorte, o hotel era bom,  bem no centro,  confortável e o serviço era ótimo. Ele custava por volta de US$200,00 que para Carmel está bom.

5. Lojas

Carmel possui muitas lojinhas legais. Você pode encontrar desde Tiffany até lojas pequenas de produtos locais, shoppings e galerias de arte. Tem um pouco de tudo!

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Enfim, vale a pena passar um dia em Carmel. Se tiver mais tempo disponível, vale até ficar dois dias por lá.

A California merece uma viagem longa, pois o que não falta são lugares legais para visitar!

 

Onde se hospedar em Rimini, na Italia

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Quando fiz a incrível viagem pela Emilia-Romagna, eu passei um dia em Rimini, cidade de praia, na Costa Leste da Italia.

São 15km de costa, no Mar Adriático e ponto turístico badalado dos italianos (não tem muitos turistas internacionais)! Fica super cheio na alta temporada. Eu, infelizmente, acabei conhecendo pouco da cidade… dei só uma volta pelo calçadão. Mas, essa é a proposta de Rimini mesmo: caminhar na praia e comer nos restaurantes à beira-mar.

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A praia não tem areia fofa e o mar é gelado, mas vale a visita para tomar sol, passear pelas lojinhas e restaurantes e desligar um pouco da correria de visitar todas as cidadezinhas, museus e igrejas da Toscana e da Emilia-Romagna.

Muita gente que vai para Rimini, aproveita e vai também a San Marino. São duas localizações muito próximas e que você chega facilmente de trem. Eu acho, na verdade, bem corrido fazer os dois em um dia só. Minha sugestão seria ficar um dia inteiro passeando por San Marino e no fim da tarde ir para Rimini, dormir por lá, e no dia seguinte aproveitar a praia de manhã.

Apesar de não ter conseguido conhecer muita coisa em Rimini, queria recomendar o hotel que eu me hospedei: Hotel Savoia.

É um hotel de frente para a praia e com pessoas muito atenciosas. O quarto é grande, confortável e tem uma varanda de frente para o mar.

onde-hospedar-rimini

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Acabei conhecendo o dono do hotel, Piero, e ele me mostrou todas as instalações. Na verdade, a filha dele, Sophie, que fez questão de me levar para cima e para baixo para conhecer tudo do hotel. Muito fofa!

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O hotel tem um spa, com piscina interna aquecida e salas de massagem.

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O Piero sabia que eu estava sozinha na cidade e me levou jantar com a sua família na casa de uns amigos. Foi muito divertido ter uma verdadeira experiência italiana. Todos falavam alto, ao mesmo tempo, riam muito e queriam saber tudo da minha vida e dos meus projetos.

A comida, impecável! E não podia ser mais típica da região: piadinas com presunto di parma, queijo parmesão, rúcula e tomate para cada um montar a sua.

Foi um dia tranquilo e divertido, no meio da semana super corrida passeando pela Emilia-Romagna.

*a minha hospedagem no Hotel Savoia foi uma cortesia do Blogville, projeto patrocinado pelo Turismo da Emilia-Romagna e seus parceiros.