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Vietnã: uma experiência antropológica

O Vietnã é um país que está localizado no Sudeste Asiático e faz fronteira com a China, Laos e Camboja.

A capital do Vietnã é Hanoi, que fica no Norte do país.

O Vietnã foi colonizado por muitos anos pela França e vários lugares em Hanoi e outras cidades, ainda tem vestígios da época da colonização (arquitetura, comida, hábitos). Após a época da colonização, o país foi dividido em dois países diferentes: o Vietnã do Norte (comunista), apoiado pela China e União Soviética, e Vietnã do Sul (anti-comunista), apoiado pelos Estados Unidos.

Em 1976, o país foi unificado e passou a se chamar República Socialista do Vietnã.

A população do país é hoje de aproximadamente 90 milhões de pessoas, um dos países mais populosos da Ásia.

Os principais pontos turísticos do Vietnã são: Hanoi, Halong Bay, SAPA, Ho Chi Min (Antiga Saigon), Hoi An, entre outros.

Como eu tinha 1 semana de viagem, eu consegui ir para Hanoi (2 dias), Halong Bay (2 dias), SAPA (2 dias) porque estão todos relativamente perto (no Norte do país). Já Hoi An está no centro e Ho Chi Min, no sul.

Um parênteses importante – existe de verdade uma cidade chamada Conchinchina! E ela fica no Vietnã. Achei que era um nome inventado só para dizer que era muito, muito longe. Isso quer dizer que ir até o Vietnã é realmente muito, muito longe!

A viagem ao Vietnã, mais do que uma viagem de lugares bonitos e interessantes, é uma experiência antropológica. É um lugar que mistura características da civilização ocidental moderna com a tradicional. Você vê na mesma rua pessoas de terno indo trabalhar e outras usando o chapéu típico das plantações de arroz. Tradicionalmente o meio de transporte mais usado era a bicicleta, mas hoje passou a ser a moto. Mas eles ainda tratam a moto como se fosse uma bicicleta, andam com ela na calçada, na mão contrária, estacionam dentro das lojas e não respeitam muito as regras de trânsito.

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As ruas do Vietnã – onde a modernidade encontra a tradição

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O que eu mais gostei do Vietnã foi observar as pessoas, as roupas, os traços, as línguas. Visitamos um museu em Hanoi – que vou contar mais em detalhes em outro post – que falava que no Vietnã existem mais de 50 etnias diferentes. E cada uma delas tem uma língua, um estilo, uma história.

Claro que com apenas uma semana não consegui aprender e interagir tanto quanto eu gostaria, mas deu para ter uma idéia da enorme diversidade que existe por lá.

A cultura com quem a gente mais teve contato foi a Hmong. E o que eu sei é que Hmong é uma etnia que também existe na China e no Laos, e que existem pelo menos dois tipos de Hmong: Hmong preto e Hmong colorido. Não sei exatamente se essa é uma divisão oficial da etnia, mas segundo nosso guia e algumas pessoas que eu conversei por lá, é assim que os Vietnamitas dividem a enxergam. E é basicamente pelas roupas que elas usam: pretas ou coloridas.

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Hmong

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Me encantei com essas mulheres Hmong. Apesar de baixinhas, elas são duras, determinadas, e boas negociadoras. Falo elas porque a grande maioria das pessoas de cultura Hmong que vimos, eram mulheres. Elas estão em todas as partes e tentam te vender de tudo. E quase sempre você consegue reduzir o preço para menos da metade do que elas ofereceram. Mas, as vezes, se você tentar chutar muito baixo, elas ficam muito ofendidas e te olham de cara feia.

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Enfim, vou fazer mais alguns posts contando mais detalhes de cada um dos lugares que visitamos, mas esse foi uma visão geral para começar a entender como foi essa incrível viagem ao Sudeste Asiático.

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Dri Lima

Dri Lima

Adriana deixou o mundo corporativo para trabalhar com suas paixões: viagem, cultura, gastronomia. Já visitou mais de 40 países e ama descobrir lugares e pessoas especiais na sua cidade (São Paulo) ou nos lugares em que visita. É fundadora do Sabiar (www.sabiar.com), uma empresa de lazer criativo que descobre e cria experiências incríveis no Brasil e no mundo.

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